REDESCOBRINDO O PRAZER


AUTOR : PORTUGUESINHA


Como já referi anteriormente, sou fotógrafa e costumo fazer trabalhos independentes, para vários tipos de publicações que me contratam esporadicamente.
Há cerca de 7 anos, andava a fazer alguns trabalhos para uma revista Portuguesa muito conhecida, que mostra a vida social dos famosos do nosso país. Esta revista possui vários imóveis pelo mundo para onde costuma enviar os famosos para serem entrevistados e fotografados. Nesta altura, tinha acabado de adquirir uma pequena ilha privada no Brasil, em Angra dos Reis e estavam precisando de um fotógrafo para ir passar lá uma temporada, fotografando cada recanto da ilha e da casa que lá se encontrava. Fizeram-me a proposta a mim e aceitei de imediato, claro. Era uma oportunidade única para mim, juntava o útil ao agradável, pois sempre tinha sonhado visitar Angra dos Reis. Como tinha 2 semanas de férias para tirar e eles colocaram-me à vontade para estender a minha permanência na ilha além da semana de trabalho, arcando eu com as despesas a partir daí, acabei por partir para o Brasil, por três semanas. Precisava de uma oportunidade destas, pois há uns 6 meses, tinha saído de uma relação complicada e possessiva… estava desiludida com os homens, dos quais só queria distância no momento. Então, estas férias num local isolado, sem ninguém por perto, eram mesmo o que eu estava precisando para assentar as ideias e descansar, física e psicologicamente.
Parti para o aeroporto muito feliz e fiz a viagem toda sonhando com aquelas praias maravilhosas e o sossego que iria encontrar por lá. Quando o avião aterrou no aeroporto do Rio De Janeiro, fui recebida pelo calor do local, que contrastava com o frio que fazia em Portugal neste mês de Dezembro. Fui transportada de carro até Angra. Chegando lá, mudei a minha bagagem para uma lancha que me iria levar até à pequena ilha.
Fiquei maravilhada com a paisagem, as praias de areia fina, o mar quase sem ondas e as pequenas ilhotas cobertas de vegetação, espalhadas por toda a região. Atirei a cabeça para trás, sentindo a brisa marinha no rosto e sorri para mim mesma… estava num local maravilhoso como aquele e ainda por cima me pagavam para isso. Era um sonho maravilhoso! A
lancha atracou no pequeno ancoradouro e avistei uma casa de madeira linda, com vidraças a toda a volta e com um alpendre também em madeira virado para o mar, com várias espreguiçadeiras espalhadas. Mal conseguia conter a minha excitação…quase não acreditava que aquela ilha seria só minha durante 3 semanas! Combinei com o dono da lancha a entrega de mantimentos, despedi-me dele e segui pelo caminho empedrado até aquela casa magnífica. Fiquei a manhã toda explorando e fotografando cada recanto da casa.
De tarde sai para explorar a ilha, coberta de vegetação…e fui ter a uma praia fantástica. Como estava sozinha acabei tirando o biquíni, entrando nua no mar, sentindo a ondulação no meu corpo e uma sensação fantástica de liberdade me invadindo.
Ao fim de três dias, sozinha na ilha, já conhecia cada recanto dela… e já tinha fotografado tudo o que havia para fotografar…dividia o meu tempo pelos passeios a pé, os banhos de mar e as sessões de
fotos.
Como me sentia à vontade ali e não estava mais ninguém na ilha, acabava por tomar os meus banhos de mar e de sol, completamente nua. Nesse dia, estava saindo do mar, escorrendo a água dos cabelos, quando me senti observada. Olhei na direção do jardim da casa e vi um homem com cerca de quarenta anos, moreno de sol e muito atraente, vestido apenas com uns calções e com o tronco musculado exposto. Naquele primeiro momento de surpresa e medo, até me esqueci de que estava nua. Mas o seu sorriso maroto e os olhos penetrantes que percorreram o meu corpo de cima a baixo, depressa me fizeram recordar disso. Fiquei de boca aberta, sentindo o meu rosto ficar vermelho, procurando desesperadamente a toalha de praia para me cobrir. Ouvi uma risada rouca, enquanto eu me atrapalhava com as coisas que levava, tapando-me com a toalha e deixando-a cair de novo no chão.

Olhei para ele, tentando tapar os seios, com raiva e falei:
-Está a achar muita graça, não está? Quem é você e o que está a fazer aqui? Esta ilha é privada, não sabia?
Ele virou o rosto e vi que fazia um esforço para não rir ainda mais. Aquilo deixou-me ainda mais enraivecida. Ouvi a sua voz um pouco rouca:
-Calma dona, não precisa ficar atrapalhada assim desse jeito, já vi mulheres nuas antes. Eu fui contratado pela Dona Malú para cuidar do jardim. Vou ficar por aqui uns dias, até o jardim ficar do jeito que ela quer! Mas não se preocupe que não vou incomodar a senhora. Avisaram-me que a casa estaria ocupada estas próximas semanas. Quando dona Malú chegar, a senhora fala com ela e esclarece isso!
E eu lá sabia quem era a Dona Malú! Bufando, virei as costas àquele insolente e cínico, entrando para dentro de casa e batendo com a porta, para mostrar a minha fúria! Encostei-me contra a porta e deixei cair o corpo até chegar ao chão. Tinha acabado o meu sossego. Eu a pensar que estaria ali três semanas sozinha, só queria distância dos homens e me aparece aquele homem atraente assim do nada, só para me desorientar. O pior é que eu me sentia atraída por ele, bem mais do que devia. Estava há seis meses sem sexo, o que não me estava a fazer bem, sentia o meu corpo mais sensível que o normal e com aquele homem ali perto diariamente, não sei como iria resistir.
No dia seguinte acordei um pouco irritada, lembrando-me do acontecido no dia anterior. Vesti o biquíni e embrulhei-me numa canga até ao pescoço, seguindo para a praia. Quando atravessei o jardim dei de caras com o tal do jardineiro, novamente em tronco nu. Será que aquele homem não sabia o que era uma camisa? Virei a cara para o lado, disposta a ignorá-lo, mas ele não deixou. Ouvi ele me chamar:
-Bom dia, dona! Não quer me dizer o seu nome, para saber como devo chamá-la? Meu nome é André, desculpe não ter me apresentado ontem.
Virei o rosto e olhei para ele, por detrás dos óculos escuros, vendo os seus olhos percorrer novamente o meu corpo e o mesmo sorriso cínico do dia anterior. Resmunguei o meu nome por entre os dentes e segui o meu caminho. Ouvi uma risada nas minhas costas e a sua voz me chamando:
-Dona Ana, não precisa ficar assim tapada por minha causa, eu já vi tudo o que havia para ver! Pode ficar à vontade!
Eu não acreditava naquilo, aquele homem era descarado demais! Passei o dia todo passeando e tomando banhos de mar, tentando ignorá-lo, mas de vez em quando, sentia o seu olhar sobre o meu corpo e uma excitação louca ia crescendo dentro de mim.
Voltei para casa no final do dia e fui tomar um banho. Fiz um jantar leve e deitei-me no sofá vendo o sol descendo no horizonte. Coloquei uma música suave a tocar e fechei os olhos, bebericando um sumo gelado. A imagem daquele homem não me saía do pensamento. Estava há algum tempo sem sexo e o meu corpo reclamava. Eram os meus desejos aflorando! Comecei a tocar o meu pescoço, descendo a mão pelo decote do roupão leve que tinha vestido sem nada por baixo e desapertei o nó que o prendia. Comecei a acariciar os meu seios, deixando-os bem duros…apertando os biquinhos e sentindo a minha excitação aumentando.

Meu coração começou a bater mais rápido…a respiração ficou ofegante…desci uma mão até à minha ratinha húmida e comecei a tocar-me… deslizando a mão em toda a extensão dela, fazendo movimentos longos e pressionando com força. Entrei com um dedo dentro de mim, sentindo o meu calor a minha humidade excessiva… coloquei mais um dedo e comecei a movimentá-los para dentro e para fora.
Me senti mais ofegante ainda… contraia o meu corpo com os olhos semi-cerrados… num impulso joguei a minha cabeça para trás… os meus gemidos aumentaram de volume… mas como estava sozinha, nem me importei. Retirei os dedos e comecei a massajar em volta do clítoris, em movimentos rotativos. Ao fim de um bocado, senti o meu coração bater descompassado, ao mesmo tempo que o prazer ia aumentando. Segurei o clítoris entre os dedos e fui esfregando-o num movimento contínuo, até explodir num orgasmo intenso e prolongado que me fez gritar mais alto e me deixou sem forças. Respirei fundo, tentando recuperar da respiração acelerada. De repente, algo me fez virar o rosto para a porta de entrada e quase morri de susto. Estava lá uma mulher de trinta e tal anos, cabelos compridos louros, com um corpo cheio de curvas generosas e vestida formalmente. Tinha um sorriso no rosto, quando se dirigiu a mim, como se nada tivesse visto:
-Olá, boa noite, você deve ser a Ana, a fotógrafa…muito prazer, o meu nome é Maria Lúcia, mas pode me chamar de Malú como todo o mundo. Sou a decoradora contratada para renovar a decoração aqui da casa e do jardim. Aposto que ninguém a avisou que eu viria para aqui estes dias! Desculpa, não admira o seu ar de surpresa! Era para ter vindo mais cedo, mas me atrasei. Até já mandei um jardineiro para cá, para começar o serviço!
Eu não sabia para onde me virar…estava morrendo de vergonha. Aquilo não podia estar acontecendo comigo! Primeiro o homem me apanha nua, agora sou apanhada masturbando-me, pela decoradora. Corei até às orelhas e não consegui dizer nada. Ouvi a voz dela de novo:
-Não se preocupe minha querida, não fique envergonhada, masturbação é uma coisa natural e muito saudável. Todas nós o fazemos e não tem nada de mal… não sinta vergonha de mim, por favor! Sou uma mulher moderna, nada disto me choca e se quer saber eu também o faço muitas vezes.
Não sei porquê, mas aquela mulher deixou-me à vontade e senti a vergonha indo embora aos poucos. Sorri para ela e pedi desculpas, contando quem eu era e o que estava fazendo ali. Ela era uma pessoa extremamente simpática e ficamos conversando até altas horas da noite. Sem dar por isso, acabei desabafando com ela sobre as minhas frustrações e desilusões amorosas, em como estava farta dos homens, querendo manter a distância deles. Já era tarde quando fomos dormir. No dia seguinte ela apareceu com um visual mais informal e atraente, que atraiu o meu olhar… coisa estranha pois o corpo feminino nunca tinha atraído a minha atenção anteriormente. Trazia uns calções curtinhos e um top bem justo aos seios, que marcava bem os seus contornos. Ela andou por ali toda a manhã a tirar apontamentos e de tarde convidou-me para ir à praia com ela. Saímos juntas, passando perto do jardineiro seminu. Ela deu-lhe algumas indicações e notou algo no ar, pois quando seguimos caminhos me perguntou meiga e maliciosamente:
-Ana, você se sente atraída pelo André, ou é impressão minha? Notei um clima de atração entre vocês! E os olhares que ele lhe lançou, não me pareceram inocentes, não!
Emocionalmente abalada, senti confiança e eu acabei contando tudo o que se tinha passado e o quanto aquele homem me atraía… me provocava com o olhar, mas disse que não queria saber de homens na minha vida tão depressa. Ela me surpreendeu com outra pergunta.
-Então porque não tenta com uma mulher? Muito menos complicado do que com um homem!
Eu sorri, pensando que ela estava brincando comigo, pois isso era uma coisa que nunca me tinha passado pela cabeça. Ela acabou contando-me que era bissexual e que já tinha vivido experiências muito intensas com outras mulheres. Aquilo desconcertou-me um pouco, pois não estava à espera dessa revelação. Mas notava-se que ela era uma mulher moderna e desinibida, que gostava de aproveitar a vida em pleno.
Quando fiquei de biquíni, senti o olhar dela sobre o meu corpo e fiquei um pouco atrapalhada. Ela riu baixinho e desviou o olhar. Quando despiu a roupa, vi um biquíni minúsculo que mal tapava a sua rachinha e os bicos dos seus seios. Tinha um corpo
maravilhoso e senti um calor percorrer o meu corpo, deixando-me um pouco excitada. Aquela mulher estava a começar a mexer com a minha libido, mesmo sem eu querer! Passamos a tarde nadando e apanhando sol, conversando como duas velhas amigas. De noite ela regressou à sua casa, prometendo voltar daí a dois dias para me fazer uma visita, que por coincidência era o dia do seu aniversário. Despedi-me dela e voltei para casa, pensando naquela nova amiga que surgira de repente na minha vida e que provocava emoções tão confusas.
Não saberia explicar direito, mas sentia vontade de tocar na sua pele... sentir sua maciez... os seus carinhos! Enfim, aquela mulher mexeu comigo...
No dia do aniversário dela, levantei-me cedo e fiz um bolo para a surpreender quando chegasse. Tinha comprado uma garrafa de champanhe, que já estava no gelo para brindarmos e preparei umas caipirinhas, que ela já me tinha confessado que gostava muito! Fui esperá-la ao ancoradouro com um abraço caloroso e levei-a para casa. Tapei-lhe os olhos com as mãos e levei-a até ao bolo de aniversário, surpreendendo-a com o meu gesto. Ficamos por ali, comendo o bolo e bebendo as caipirinhas, brincando uma com a outra, enquanto um clima de atracão ficava pairando sobre nós, subtilmente. Começamos a ficar um pouco mais alegres e sugeri abrirmos o champanhe para brindar. O champanhe, em cima do que já tinha bebido, foi me deixando mais desinibida, fazendo-me começar a dançar no tapete da sala, acompanhada por ela.
Os nossos corpos foram-se aproximando, se tocando e quando dei por isso a sua boca estava sobre a minha, beijando-me ardentemente e fazendo o meu corpo reagir com toda a força. Agarrei-me ao pescoço dela e aprofundei mais o beijo, sem pensar no que estava a fazer. Estava totalmente envolvida pelos desejos por outra mulher.

Quando dei por mim, estávamos as duas em cima do sofá espaçoso, com a luz do sol entrando pelas vidraças abertas e o som das ondas quebrando na areia da praia como som de fundo. Estava um pouco confusa com aquilo tudo… nunca tinha imaginado que pudesse me sentir atraída por uma mulher, daquela maneira. Tentei negar aquele desejo insano durante uns dias, mas agora não conseguia mais, o meu corpo ardia de vontade por aquela mulher maravilhosa que estava na minha frente. Uma mulher bem mais experiente do que eu, que me provocava novos
sentimentos, novas emoções. Senti ela descer sobre mim, o seu corpo serpenteando sobre o meu, olhando dentro dos meus olhos:
-Não tenha receio, minha querida, não farei nada que você não queira, relaxe que você vai adorar!

A sua boca desceu sobre a minha e pela primeira vez senti o que era beijar uma mulher, de verdade. Os seus lábios passaram no contorno dos meus, suavemente ao princípio, para não me assustar, depois com mais pressão… continuou sugando o meu lábio inferior, fazendo-me sentir sensações novas. Senti um arrepio forte percorrer o meu corpo, comecei a arfar e abri a boca para respirar… mas ela aproveitou esse momento para invadir a minha boca com a sua língua, começando a lamber a minha, como se estivesse saboreando uma iguaria preciosa. Aquela mulher sabia bem como beijar. Nunca nenhum homem me tinha beijado daquela maneira tão completa. Ouvi um gemido saindo da minha boca e senti o seu hálito no meu pescoço, beijando cada pedacinho de pele, até descer no ombro. Aquela mulher já descobrira o meu ponto fraco e insistia ali, com chupadas e pequenas mordidas, fazendo-me contorcer na cama. Ouvi a sua voz no meu ouvido:
-Minha deusa, vou fazer amor consigo, e você nunca irá esquecer sua primeira vez com uma mulher. Se lembrará para sempre de mim.
Não consegui responder-lhe, só soltei um leve suspiro. Estava entrando em transe. Fiquei dominada pelos desejos e vontades daquela mulher. A sua boca desceu pelo meu corpo até chegar na direção dos seios. As suas mãos agarraram-nos, começando uma massagem deliciosa, enquanto a sua língua se apoderava de um bico durinho, começando a lambê-lo à volta da auréola, arrepiando a minha pele toda. Apertando o mamilo entre os lábios, começou a sugá-lo com força e a dar pequenas mordidas…passando para o outro e fazendo a mesma coisa. Eu sentia a humidade entre as minhas pernas aumentando cada vez mais. A sua mão desceu até lá, comprovando o meu estado de excitação. Os dedos deslizaram pela minha rachinha, brincando, provocando…sem pressas!

Senti um dedo deslizando dentro de mim, rodando lá dentro, o que me fez contrair os músculos internos. A sua boca deslizou pela minha barriga, com beijos suaves. Senti a língua no umbigo, na lateral da minha anca, na virilha, enquanto outro dedo entrava dentro de mim, penetrando-me com mais força. Comecei a gemer alto, completamente desorientada. Fui rebolando contra os seus dedos, procurando o alívio de que tanto precisava, enquanto com a outra mão ela me
massajava o clítoris saliente. Sentia os espasmos começando e apertei-me mais contra a sua mão, tremendo e gemendo…até explodir de prazer. Foi um orgasmo intenso como poucos. Nunca na vida me imaginei gozando assim com uma mulher! Abri os olhos e vi o seu sorriso suave:
-Viu, amor… não disse que ia gostar? Nós conhecemos o nosso corpo melhor do que ninguém!
Ela agarrou na garrafa de champanhe que estava no gelo e despejou um pouco na taça, bebendo. A sua boca foi me dando pequenos beijos, nos lábios, no pescoço e nos ombros. Ao fim de pouco tempo sentia o corpo pronto de novo. Tentei agarrá-la, mas ela não me deixou, empurrando-me para a cama de novo.
-Shiiii… não se preocupa… hoje é o seu dia… ainda não fiz tudo o que eu queria contigo!
Novamente dominada pela Malú… senti novamente a sua boca devorando a minha, misturando os nossos sabores com o gosto do champanhe. Senti algo fresco nos meus seios que me fez arrepiar. Quando olhei, ela estava despejando um pouco de champanhe da taça por cima deles, sorrindo. A sua boca desceu, chupando cada pedacinho de pele, cada gota de champanhe… até sugar tudo… me enlouquecendo.

A mão dela alcançou uma pedra de gelo e passou-a pelos meus mamilos, deixando-os ainda mais duros. Desceu a boca sobre eles e começou a chupá-los, aquecendo-os. Ficou ali um bocado naquela brincadeira, fazendo-me sentir o contraste entre a sua boca quente e o frio do gelo! Senti a pedra de gelo deslizando pela minha barriga, lentamente, até chegar à minha ratinha e ouvi a sua voz:
-Você está muito quente, querida… precisa refrescar um pouco!
Senti a pedra deslizando pela minha rachinha, o frio intenso fazendo-me arrepiar toda e reclamar. Então a pedra saiu e senti o calor da sua boca substituindo-a, lambendo tudo, cada pedacinho que o gelo tinha arrefecido. Foi uma sensação demasiado intensa! Senti a pedra de gelo entrar dentro de mim e derreter-se com o meu calor, sendo a água que escorria absorvida pela sua língua.

Senti frio no meu interior, enquanto o gelo derretia, mas o calor da sua língua brincando com o meu clítoris fazia-me esquecer disso. Os meus gemidos enchiam o quarto, enquanto era chupada como nunca antes tinha sido. A língua ocupou o lugar da pedra de gelo,
entrando dentro de mim, penetrando-me, fazendo movimentos de entrar e sair, até onde conseguia. Fiquei alucinada, levando as mãos aos seus cabelos e pedindo:
-Ai, querida, chupa meu grelinho, chupa… faz-me gozar nessa boquinha deliciosa!
Senti os seus lábios apertando o meu clítoris, chupando-o, apertando-o de leve, fazendo movimentos de rotação à sua volta, a sua língua pressionando… até me fazer gritar e explodir num orgasmo ainda mais intenso que o primeiro. Sacudi o meu corpo e estremeci e gozei abundantemente na sua boca, sentindo o meu mel escorrer para fora. Ela lambia tudo, deixando-me trémula e sem forças.
Sabia que agora era a minha vez de lhe dar prazer. Nunca o tinha feito com uma mulher antes, mas confiava no imenso desejo que sentia por ela e no meu instinto. Empurrei-a para cama e assumi o comando:
-Agora é a minha vez de te dar prazer! Desculpa-me se não o souber fazer muito bem, pois é a primeira vez que o faço!
Sorrindo, deitei o meu corpo sobre o dela e acariciei-lhe os cabelos, olhando dentro dos seus olhos. Desci a minha boca sobre a dela e beijei-a até ficarmos as duas ofegantes. Mordi-lhe o lábio inferior e deslizei a minha boca pelo seu pescoço, dando-lhe pequenos chupões. A minha mão alcançou um seio redondo e comecei a massajá-lo, arrancando gemidos dela. Desci a boca pelos ombros…pelo peito…até alcançar um mamilo durinho.
Fechei os olhos para sentir a sensação de ter pela primeira vez um seio na boca…e chupei o bico…lambendo…mordiscando…me envolvendo com o sabor. Desci uma mão até à sua ratinha ensopada e comecei a passar a mão para trás e para a frente, enquanto ela se contorcia. Desci a boca pela barriga, pela virilha… lentamente… até chegar ao seu centro do prazer. Pela primeira vez ia saber como era chupar uma mulher… estava um pouco nervosa e ansiosa… não queria ficar mal. Mas a suas mãos não me deram tempo para hesitações, puxando-me pelos cabelos e empurrando-me contra ela.

Caí de boca naquele pedaço de carne inchadinha… lambendo todo o suco que a humedecia, sentindo cada reentrância dela… lambendo, chupando… enfiando a língua dentro dela… descobrindo aos poucos os locais onde lhe dava mais prazer. Nãodemorou muito, senti o seu corpo se contorcer no sofá e as mãos delas me apertando a cabeça com mais força. Recebi o seu líquido na boca e suguei tudo. Achei delicioso o seu sabor… ela gozou forte contra a minha boca e isso me deixou muito feliz. Ela sabia bem demais… não conseguia tirar a boca… continuei chupando-a… ouvindo os seus gemidos e urros que não paravam. Deslizei a boca até ao buraquinho do seu cuzinho e lambi-o, sentindo ela se contrair na minha língua. Brinquei ali durante um bocado e voltei para a sua ratinha, que tinha um sabor viciante. Sem aviso, enfiei dois dedos dentro dela, que entraram fácil, pois estava muito molhada do gozo anterior. Ouvia a sua voz rouca:
-Vem cá, amor… me dá a sua bocetinha para eu chupar… sobe em cima de mim!
Fiz-lhe a vontade e fiz um 69, deixando o meu corpo sobre o dela. Voltei a chupá-la nessa posição, enquanto sentia a sua boca lambendo a minha humidade, que já escorria para fora. Voltei a colocar os dedos dentro dela, ao mesmo tempo que a minha língua brincava com o seu clítoris. Ela fez-me o mesmo… entrando com dois dedos dentro de mim e fazendo movimentos de rotação que começaram a enlouquecer-me. Os nossos gemidos ecoavam pela sala… e nem nos lembrávamos que o jardineiro lá fora de certeza ouviria os nossos delírios. Estávamos completamente entregues uma à outra. Começamos a acelerar os movimentos dos dedos e da boca, quase ao mesmo tempo. Agarrei-lhe no clítoris com os lábios e apertei-o… espremendo-o até arrancar outro orgasmo dela. Veio com muita intensidade, fazendo-a gritar alto e acelerar os movimentos dos dedos dentro de mim, fazendo-me gozar também de seguida.

Ela enfiou a língua dentro de mim, segurando os últimos espasmos do meu corpo. Deixei-me cair para o lado, sem forças e abracei-a forte, colando o meu corpo no dela.
Tinha sido iniciada num novo mundo, sentido prazer como nunca pensara sentir com uma mulher. Estava muito feliz e satisfeita. Como ela dissera… nunca mais a iria esquecer!
Saciada e completamente exausta deitei-me sobre a cama. Malú pegou em mais um pouco de champanhe e ficamos brindando e bebericando a esta nova fase. Após acabarmos o champanhe a Malú disse-me toda eufórica:
-Ana, vou tomar uma ducha! Preciso de me acalmar. E obrigado pelo incrível prazer que você me proporcionou, minha querida!
-Vai lá minha linda! Eu é que te agradeço. Depois eu vou, preciso refletir sobre o que aconteceu aqui... Só quero te dizer que eu adorei cada minuto!
Malú me deu um beijinho leve e partiu para o seu banho. Fiquei deitada na cama, comecei a pensar sobre tudo. Estava muito feliz… ébria das bebidas e dos novos desejos... acabei adormecendo.
Quando acordei, senti que estava coberta com um fino lençol. Olhei para os lados e vi um bilhete fixado na cabeceira da cama. Peguei o bilhete e ao observar a janela notei a passagem de um vulto. Corri até a janela enrolada ao lençol... Ao olhar pela janela, vi o André correndo para o jardim.
Dei um sorriso... pensando... aquele homem estava me olhando... talvez me desejando… talvez até tivesse visto tudo o que tinha acontecido entre mim e a Malú…
Voltei minha atenção ao bilhete...
"Minha querida, obrigada pelo carinho que você me deu. Foi um presente de aniversário que nunca vou esquecer. Olha, quando voltei do banho vi você dormindo como um bebê, nem quis acordá-la... precisei de sair, pois tenho um compromisso… voltarei daqui a uns dias… beijinhos adocicados, meu amor"
Entrei em órbita. Não sabia o que fazer. Olhei para a paisagem do local. Comecei a pensar sobre a minha passagem por ali... em tudo o que tinha acontecido comigo.
Pensava no cínico e atraente André, que mexia tanto comigo...
Pensava no que tinha acontecido com a Malú e nas sensações novas que tinha sentido...
Ainda estava nua no sofá… com a essência e a fragrância do prazer da Malú no meu corpo… Aquele cheiro de sexo me embriagava. Um calafrio percorreu o meu corpo… lembrando dos momentos passados anteriormente… sabia que eram meus desejos e vontades a despertar de novo...
Então resolvi ir tomar um banho... e me preparar para o que estaria para vir... não ia pensar demasiado nisso… iria aproveitar cada momento daquelas férias… e fazer o que tivesse vontade!

CONTINUA


ENTRE AMIGOS - CONTO


AUTOR - PORTUGUESINHA

Conheci o Roberto há uns meses, quando ele abriu uma loja de artigos para animais, na rua onde moro. Acho que simpatizamos um com o outro, desde o primeiro instante que nos encontramos. O Roberto é mais jovem doque eu, temos sete anos de diferença, mas acho que isso nem se nota quando estamos juntos. Firmamos uma boa amizade e praticamente não tem um dia que não nos falamos. O Roberto é um doce de homem… carinhoso, simpático, brincalhão… uma migo excelente. Acho-o lindo demais e o seu sorriso é simplesmente maravilhoso. Acho que me senti atraída por ele desde que o conheci, foi mais forte que eu... não consegui evitar. Sempre brincamos muito um com o outro, na maior à vontade… e não resisto a provocá-lo um pouco. Ele tem uma timidez que me encanta e me atiça a provocá-lo, sem conseguir evitar. Sinceramente, nunca pensei que pudéssemos passar de uma boa amizade, pois nunca esperei que ele pudesse me ver como algo mais do que uma boa amiga, ou que se sentisse atraído por mim. Mas já o apanhei várias vezes olhando-me disfarçadamente com um olhar de desejo no rosto, principalmente quando uso uma roupa mais decotada. No início, pensei que era impressão minha, mas tenho feito experiências com roupas mais justas ou decotes pronunciados e o seu olhar não engana ninguém… ele me deseja, sim… só que não tem coragem de o demonstrar. Confesso que tenho sido mázinha com ele… na esperança de que ele tome a iniciativa... e de ganhar pelo menos um beijinho. Cada vez que lá vou, escolho as roupas mais indecentes que tenho, para ver se ele se decide a avançar… mas nem assim eu consigo, embora veja a vontade em seu rosto. Ele pensa que não noto, mas já vi várias vezes a sua ereção dura quase furando a calça quando está junto de mim. O próximo passo terá de ser meu, mas confesso que tenho receio de o assustar. Mas é o meu coração quem comanda os meus passos e agora já não há volta a dar. Sei que estou arriscando a nossa amizade e confiando nos meus instintos, mas o que sinto por ele é mais forte que o resto… adoro aquele homem! Não suporto mais esconder o que sinto, vou arriscar tudo… jogar todos os trunfos ao meu alcance e ver o que acontece.
Saio do banho… estou secando o meu cabelo… deixando os caracóis soltos ao redor do rosto… passo uma maquilhagem leve no rosto… coloco um pouco de um dos meus perfumes favoritos (ligth blue de Dolce e Gabbana),atrás da orelha, nos pulsos e nas virilhas. Visto uma lingerie provocante... um soutien decotado, vermelho com rendas e uma cuequinha que mal tapa a minha coninha, que hoje depilei quase toda, deixando só uns poucos pelinhos fora da zona de ação. Visto um vestido vermelho e branco por cima… com um decote pronunciado que deixa boa parte dos meus seios de fora e cai solto pelo meu corpo… colando um pouco às ancas. Saio para a rua em direção à loja dele e vejo o seu olhar se incendiar na hora que me vê:
-Nossa, Ana… estás linda hoje!... Para onde vais assim tão produzida?

-A lado nenhum! Não me digas que uma mulher já não se pode produzir um bocadinho só para se sentir bonita e para ir visitar o seu melhor amigo? Insinuei e vendo o seu olhar de surpresa, viro-me de costas… para ele não ver o meu sorriso. Começo a dar a volta às prateleiras, fingindo ver as trelas para cães e deixo cair duas no chão propositadamente. Inclino-me devagar para apanhar as embalagens com as trelas, empinando o rabo para cima e fazendo o meu vestido subir um pouco. Apanho as embalagens… olhando discretamente para ele… pelo canto do olho, testando a sua reação.
Chamo-o para me ajudar a escolher a mais indicada parao meu cãozinho e noto a sua voz trêmula e a sua respiração acelerada. Mexi comele… consigo perceber isso, o que me dá força para avançar mais um pouco.Inclino-me para as prateleiras mais baixas, pegando numas trelas coloridas quese encontram aí… dando-lhe uma boa visão do meu decote e dos meus seios malcobertos pelo soutien. Olho para o lado e vejo a sua excitação acentuadapressionando o tecido da calça… fazendo o meu coração se acelerardescompassado. Minhas mãos queimam de vontade de lhe tocar, mas tenho receio de assustá-lo. Apesar do meu atrevimento, confesso que ainda guardo um pouco de timidez dentro de mim, mas tento controlar isso… senão nunca passaremos daquela fase. Levanto-me e olho para ele… está arfante, encostado à prateleira. Sorrio um pouco, com um ar provocador e pergunto-lhe:
-Roberto… estás bem, querido? Pareces um pouco alterado! Senta-te ali no sofá, para acalmares um pouco. Melhor eu fechar um bocado a porta… acho que não estás a passar bem.

Levo-o até um sofá macio que está encostado num canto mais afastado da loja e fecho a porta. Como é de manhã cedo, não é habitual haver muitos clientes. Chego perto dele, olhando nos seus olhos, com um sorriso travesso e levo a mão até à sua camisa.
-Deixa-me desapertar-te dois botões, querido… está muito calor e estás a suar. Isso deve ser uma quebra de tensão. Estás muito corado!

Ajoelho-me ao seu lado e começo a desapertar a sua camisa, com toda a lentidão… roçando propositadamente com as minhas mãos em sua pele quente, fazendo-o fechar os olhos e morder os lábios… mostrando o estado em que o deixo. Decido avançar mais um pouco… e ver no que dá. Morro de desejo por ele… e pelos vistos é recíproco. Olho para os seus olhos e sento-me no seu colo, com uma perna de cada lado do seu corpo… encaixando os nossos corpos.Sinto a minha ratinha molhadinha roçar a sua ereção dura, por cima da calça.Seguro-lhe no rosto com as duas mãos e desço a minha boca lentamente sobre a sua… num beijo leve, para não o assustar.


Roço os meus lábios nos seus, com suavidade… deslizo a língua por todo o contorno… mordisco o seu lábio inferior e aprofundo o beijo aos poucos. O desejo explode dentro de mim, sem controle…aperto o meu sexo contra o dele, inconscientemente. Só não estou preparada paraa sua reação… sinto as suas mãos nas minhas costas, puxando-me contra o seu corpo, com força… com desespero… ao mesmo tempo que a sua boca começa a devorar a minha… entrando com a língua atrevida… envolvendo-a na minha, numa dança sensual. Meu Deus… ele beija bem demais e tem um sabor viciante, que não apetece largar nunca. Alguns gemidos saem da minha boca, misturando-se com os dele… enquanto o seu sexo se esfrega ritmadamente contra o meu. As minhas cuequinhas estão molhadas da minha excitação… e aposto que ele consegue sentiro meu calor através da calça… como eu sinto o dele.

Desaperto-lhe os restantes botões da camisa…atirando-a para o chã e levo a minha boca até ao seu pescoço. Começo a espalhar beijos e pequenas chupadas em cada pedacinho de sua pele… sentindo o seu sabor delicioso… o seu cheiro invadindo-me as narinas… e os gemidos dele nos meus ouvidos. Desço a mão até ao seu sexo inchado e começo a acariciá-lo por cima dacalça, sem conseguir resistir. A minha boca desliza pelo seu ombro…mordiscando-o… enquanto lhe desaperto a calça… chegando com a minha mão onde ele mais a deseja. Vejo-o atirar a cabeça contra o encosto do sofá, enquanto eu desço a boca pelo seu peito… deixando o meu corpo escorregar para o chão. A minha mão já envolve aquele cacete duro… massajando-o bem gostoso. Vou deixando lambidas na sua barriga… passando para a lateral da anca… até à virilha…sentindo a sua mão me agarrando pelos cabelos e puxando a minha boca na direção da sua ereção. Resolvo torturá-lo um pouco… descendo a boca pela coxa… roçando a minha face no seu pau… mas não lhe dando o que ele quer, até o ouvir pedir:

-Aiiii… querida… chupa o meu pau, chupa… põe a boca nele. Não me tortures mais, por favor… preciso tanto!

-Queres a minha boca, lindo? Queres senti-la agasalhando o teu pau, é? Vou te chupar todo, querido… vais adorar!

Levo a minha boca até ele… começando a lamber a cabeça rosada… olhando em seu rosto… vendo o seu desejo estampado nele.

Abro um pouco a boca… colocando a cabecinha deliciosa dentro dela… e vou dando pequenas chupadas… mordiscando um pouco… enquanto o vou punhetando de leve. Sinto o seu desespero em se empurrar para dentro da minha boca… mas não lhe faço a vontade…ainda não. Continuo sugando-o e olhando para ele… rodando a língua a toda a volta… e dou um banho de língua em todo contorno do seu pau… até o deixar bem molhadinho de saliva. Sinto as suas mãos nos meus cabelos, implorando para o chupar com força. Dou um sorrisinho e deixo-o deslizar aos poucos dentro da minha boca… até onde consigo e aperto-o lá dentro. Ao mesmo tempo, começo a movimentá-la para dentro e para fora. Ele fica louco… gemendo alto:
-Aiiiii, querida…isso!… Chupa assim, chupa… que delícia de boca! Deixa ele bem molhadinho, deixa!... Aiiiiiiiiii.




Vou sugando com pressão, deliciando-me com aquele pau delicioso… aumentando os movimentos cada vez mais… até sentir ele pulsando na minha boca, me avisando que vai gozar. Aperto-o com mais força na boca…segurando os jactos de esperma lá dentro e engulo tudo. Os seus gemidos roucos, mostram-me o quando foi bom para ele. Seguro os seus espasmos na boca e lambo-o… deixando-o limpinho… fazendo carinhos até sentir a sua respiração acalmar. Subo de novo no sofá e recosto-me ao seu lado, encostando a cabeça no seu ombro. Ouço-o respirar fundo e voltar-se para mim:
-Nossa, Ana! És demais! Porque não fizemos isto antes,querida?... Deste-me muito prazer! Vem cá… vou cuidar de ti direitinho, tal como fizeste comigo.

Era tudo que eu queria ouvir... então ele fica de pé na minha frente e despe as suas calças… e de seguida o meu vestido. Ouço-o respirar fundo, ao dar de caras com a minha lingerie vermelha provocante. A sua boca cola no meu pescoço, espalhando beijos… descendo para os ombros, deixando-me arfante… até chegar aos meus seios. Apodera-se de um bico por cimado soutien e começa a sugá-lo, fazendo-me gemer e ansiar por sentir sua bocadireta. Sinto-o desapertar o fecho do soutien… e em segundos tenho o peitolivre para os seus carinhos. A suas mãos agarraram-me nos seios, tentandosegurá-los por inteiro, mas sem conseguir… enquanto a boca desce sobre eles… sugando-osà vez, com sofreguidão… mordiscando os bicos e chupando… rodando a língua na auréola… me deixando louca. Sinto a minha humidade molhando cada vez mais as cuequinhas. Uma mão desliza pelo meu corpo… começando a passar ao longo daminha rachinha… por cima da minha cuequinha. Sinto a cueca sendo desviada para o lado… e um dedo roçando direto nela, sentindo a sua humidade…
...roçando no clítoris. Sem aviso, sinto um dedo me penetrando… rodando dentro de mim. Dou um gemido profundo e começo a rebolar naquele dedo, seguindo o instinto. Quando eu estou a ficar mais quente… ele retira o dedo e sinto a sua língua deslizando pela minha barriga… ao mesmo tempo que as suas mãos me despem as cuecas… jogando-as fora. Roberto agarra-me pelas nádegas, apertando-as e fica brincando com o meu umbigo… lambendo as virilhas… provocando-me. Fico arfante…completamente entregue… ansiando pelo toque da sua boca… que nunca mais chega, para aliviar o meu tesão.
Finalmente… sinto a sua língua deslizando na rachinha... lambendo todo o néctar que escorre dela... abrindo caminho e me penetrando. A sua língua serpenteia e rebola dentro de mim… deixando-me louca…gemendo sem parar… pedindo mais e mais. A língua sai e seus lábios começam a sugar-me… segurando-me com a boca toda... esfomeado. As chupadas não páram… e sinto que não resisto muito mais.
Um dedo entra novamente dentro de mim… depois outro… enquanto a língua brinca ao redor do clítoris. Sinto um orgasmo intenso descer pelo meu corpo, fazendo-me dar um gritinho… soluçando um pouco. Ele tira os dedos e novamente suga-me com toda a força… tentando tirar tudo de mim…segurando os meus espasmos na boca… até me deixar trêmula e sem foças, por momentos. Sinto o seu corpo abraçado ao meu… a sua boca procurando a minha para mais um beijo intenso… deslizando para o meu pescoço… beijando… mordiscando…descendo para os ombros e para os seios. Foi lambendo, sugando… sem pressas equando dei por mim, estava demasiado excitada novamente.
Empurrei-o para o sofá… passando uma perna de cada lado do seu corpo e encaixei o meu corpo no dele… deixando-o deslizar dentro de mim, centímetro a centímetro… até entrar todo.

Fiquei paradinha, mordendo os lábios… só sentindo ele me preenchendo toda… as minhas mãos cruzadas nas dele…olhos nos olhos. Começo a rebolar aos poucos… com ele todo lá dentro… sem conseguir me conter.

Vou aumentando o rebolado… ao mesmo tempo que aumenta o nosso prazer. As suas mãos seguram as minhas nádegas, ajudando aos movimentos…fazendo-me subir e descer com força em seu pau. Levo as mãos aos meus seios evou acariciando-os… sentindo meu desejo aumentar. Sem eu esperar… ele empurra-me para o lado… saindo de dentro de mim e colocando-me de joelhos no sofá.

Roberto, em sua loucura e devaneio, empurra a minha cabeça contra o sofá e desce a sua boca… dando-me dentadinhas e chupadas nas nádegas. A língua desliza ao longo da minha coninha latejante e vai me torturando. Sinto-o agarrando-me pela cintura e o seu sexo duro roçando na entradinha. Foi esfregando de leve… roçando-o no meu clitóris cada vez mais sensível. Completamente desvairada, ouço a minha voz rouca, implorando:

-Querido… mete em mim, por favor! …Mete tudo… não faças isso comigo, não me tortures! Eu quero! Aimmmm….

-Queres, linda?... Queres tudo lá dentro?

-Aiiiiiiii… quero! Tudo!..Vem, querido, vem… sou sua!

Ouço um sorriso seu... ao mesmo tempo que sinto ele me invadindo de novo… palmo a palmo… numa tortura deliciosa. As suas mãos apertam o meu rabo, enquanto a sua boca me beija as costas... subindo até à nuca e mordiscando-a… atiçando o meu tesão ainda mais. 


Fico descontrolada e começo a atirar o corpo para trás… contra o dele… rebolando com força, procurando atingir outro orgasmo. Levo a mão ao clítoris inchado e começo a esfregá-lo, ajudando a acelerar a explosão já próxima. Os nossos gemidos enchem a loja, mas nem ligamos, de tão alucinados que estamos. Ele agarra-me pelas ancas, apertando-as… e começa a meter com força… colando a boca no meu ouvido:
-Aiiii, Ana….és uma delícia!... Pensar que esperei tanto tempo para comer esta coninha deliciosa… Agora não te vou largar mais…vou querer sempre! Aiiiiiii… gostosa!

Levo uma mão ao meu clitóris, acariciando-o… sentindo os espasmos fortes apertando o seu pau, fazendo-me gritar:

-Aiiiiiiiiiii… força… dá-me com força… Vou-me vir toda,amor… aiiimmmmm… que gostoso!

-Vem, querida… os dois juntos! Agoraaaaaaaaaaaa…aiiiiiiiiii… que ratinha deliciosa… aiiiiiiiiiiii!

Agarro-me ao sofá e aperto-me contra ele, explodindo num orgasmo espectacular… ao mesmo tempo que ele me dá umas palmadinhas nas nádegas e sinto os seus esguichos de esperma quente me invadindo. Ele dá um grito rouco e atira o seu corpo uma última vez… palpitando dentro de mim, em tremores fortes. Ficamos ali…. colados… arfantes… suados… até os nossos tremores acalmarem um pouco.

Deixo-me cair no sofá… desfalecida… sentindo o seu corpo encostado no meu… os seus braços me apertando contra o seu corpo e a sua voz no meu ouvido:

-Obrigado, Ana... minha amiga querida… minha amante…minha amada… pela felicidade que me deste. Adoro-te! Agora és minha… não te deixo fugir!

Olhei bem dentro dos seus olhos, sorrindo:

- Nem eu quero!

MOMENTOS DE PURO PRAZER

AUTOR - PORTUGUESINHA

Já há uns anos para cá, que a comunidade brasileira em Portugal tem aumentado consideravelmente. Na minha loja de fotografia, tenho muitos clientes brasileiros. É um povo com quem sinto muita afinidade, pois sou uma pessoa alegre e bem-disposta, tal como eles. Conheci o Gustavo há uns meses, quando veio revelar algumas fotos na minha loja. É um homem moreno, de 28 anos, magro e muito atraente. Confesso que tenho um fraquinho por ele, desde o primeiro dia que ele entrou pela minha porta. Como mora próximo de mim, vejo-o muitas vezes e sempre me cumprimenta quando passa por aqui. No mês passado, ele chegou com um cartão fotográfico, para eu revelar umas fotos das suas últimas férias.


 Coloquei-o no computador para escolher as fotos, esperei abrir a pasta e para minha surpresa, no meio das fotos das férias, estavam umas cinco dele… completamente nu, de pénis erecto e bem visível. Levei a mão à boca, de espanto, contendo uma risada. Ele ficou todo embaraçado, corando e pedindo-me desculpas, dizendo que tinha esquecido das fotos, que achava que as tinha apagado…
Resolvi disfarçar, para o deixar à vontade, mas as imagens ficaram gravadas na minha mente e desde esse dia, cada vez que olhava para ele, imaginava aquele corpo delicioso sem roupa. Era impossível não ficar excitada. Notava que ele vinha mais vezes à loja conversar comigo e que também olhava para mim de um modo diferente, sem disfarçar a atração e o desejo que também sentia. O inevitável acabou por acontecer. Um dia, ele apanhou-me na hora de fecho da loja, vestida de saia curta e curvada para arranjar uma tomada eléctrica junto ao chão, pensando estar sozinha ali. Quando o ouvi dar um olá meio rouco, levantei-me rapidamente, mas era tarde demais… já ele tinha visto o meu fio dental minúsculo enterrado no meu rabo. O olhar dele atravessava a minha pele, como se me quisesse devorar. Avançou para mim e senti as suas mãos puxarem-me para junto do seu corpo e a sua voz rouca no meu ouvido:

-Ana, eu não aguento, você me deixa louco demais. Agora, a visão dessa bunda maravilhosa acabou comigo.

Acariciou-me os cabelos, enlaçando-os entre os dedos e a sua boca desceu sobre a minha, enquanto as mãos me seguravam pela nuca com delicadeza, mas com firmeza, ao mesmo tempo. Os seus lábios deslizaram sobre os meus, devagar, mas fazendo pressão, que foi aumentando aos poucos. Dei um gemido e segurei-me ao peito dele, pedindo mais. Sentia a sua erecção dura na minha barriga, mostrando que estava tão excitado como eu. Abri os lábios e deixei a sua língua invadir a minha boca, exigindo a minha entrega. Com um pé, ele fechou a porta e empurrou-me para o fundo da loja, onde eu tinha uma salinha de estar, que servia também de escritório, com um sofá grande e confortável.

-Eu quero você, linda. Sou louco por você, desde o primeiro dia que entrei aqui. Diga que você vai ser minha, diga!

-Aiiiii… vou, querido, toda tua. Para fazeres o que quiseres comigo.
Nem sei quem começou, mas só sei que as nossas roupas voaram pela sala, umas para cada canto, até não restar nada, para além das minhas cuequinhas fio dental de rendinha cor-de-rosa. 
Ele estava magnífico, ali na minha frente, a sua erecção apontava para cima, duríssima, mostrando que estava pronto para mim e deixando-me com água na boca Ele separou-se um pouco, para devorar o meu corpo com um olhar de predador e senti uma súbita vergonha. Tapei os meus seios durinhos com as mãos, escondendo-os do seu olhar, que os queimava, mas ele afastou-as, substituindo-as pelas suas:
-Não cubra essas maravilhas, linda. Adoro seus seios. Faz tempo que sonho com eles enchendo as minhas mãos e se derretendo na minha boca.

Encostou-me contra a parede e a sua boca deslizou com suavidade pelo meu pescoço, beijando cada pedacinho de pele, enquanto os dedos rodavam à volta dos biquinhos excitados. As pontas dos seus dedos apertavam-nos, enquanto a sua boca me mordiscava os ombros, fazendo-me gemer de prazer. Senti ele empurrar-me para o sofá, deitando-me de costas e caindo em cima de mim, encaixando suas coxas nas minhas e fazendo-me sentir a sua erecção dura, os nossos sexos somente separados pelas minhas cuequinhas. A minha humidade excessiva ensopava o tecido e aposto que dava para ele sentir como me deixava. A boca deslizou pelos meus ombros, até chegar a um mamilo, ansioso de ser chupado. Empinei o corpo para cima pedindo mais, mas ele lambia-me de leve, só me torturando. Dei um gemido de reclamação e ouvi uma risada. Ao mesmo tempo, senti os dentes trincando de leve o mamilo saliente… a sua mão brincava por cima das minhas cuequinhas, deslizando um dedo no meio, fazendo pressão. 
Comecei a rebolar na sua mão, ansiosa por senti-la directamente na minha ratinha carente, mas ele não tinha pressa, deslizava a boca, mordiscando-me a barriga, deixando-me cada vez mais excitada. A boca desceu pela lateral da anca e parou aí, olhando para mim. Prendi a respiração, de ansiedade… mas quando achava que ele ia acabar com o meu sofrimento, ele desceu a língua pela virilha e abriu-me as pernas, segurando uma delas na mão. A sua boca desceu pela coxa, espalhando beijinhos nela toda, até chegar ao tornozelo. Aquelas carícias delicadas deixavam-me molinha. Com um ar surpreso, vi ele segurar o meu pé e beijar os dedinhos, colocando-os na boca e sugando-os, um de cada vez. Aquilo era algo novo para mim, nunca ninguém tinha chupado meu pé, mas era muito excitante. Cada parte do meu corpo que ele tocava com a boca, se incendiava, aumentando meu calor. Ao fim de um bocado, subiu a boca pela outra perna, até chegar perto das minhas cuequinhas ensopadas. Beijou-me por cima do tecido e mordiscou um pouco, fazendo-me dar um gemido. Levou a boca ao elástico lateral, segurando-o com os dentes e começou a puxar para baixo. Aquilo era demasiado excitante. Tentei ajudar do outro lado, mas ele impediu-me, puxando-o ele com a mão. As cuequinhas voaram e as minhas pernas foram colocadas nos seus ombros, deixando-me toda aberta, na direcção do seu rosto. Senti a sua respiração quente e implorei:
- Ai, Gu, chupa logo, por favor. Não me maltrates mais. Não vês como preciso de ti?

-Calma, minha gatinha. Hoje você é minha. Quero curtir cada momento com você. Tenha calma, temos a noite toda para nós.

Abriu-me as pernas e deixou a boca deslizar desde o meu cusinho até ao clítoris, lentamente, em várias lambidas longas. Gemi, enquanto a língua me penetrava, para dentro e para fora. Sentia que estava a lambuzar o seu rosto, mas aquilo estava muito bom. A língua subiu até ao meu botãozinho de prazer e foi rodando a toda a volta, sem lhe tocar directamente. Eu comecei a rebolar na sua boca, procurando intensificar a carícia, mas ele ralhou comigo:


-Calma, lindona… vai com calma. Não vou deixar você gozar já.
-Malvado… queres me maltratar, é? Entra dentro de mim, por favor! Preciso tanto.

Ele riu e começou a sugar-me, abocanhando o que conseguia. Perdi o controlo do meu corpo, enquanto ele me levava até perto do paraíso, mas sem me deixar chegar lá. Deixava-me próxima, mas não me permitia gozar. Quando eu já não aguentava mais, quando já gemia e implorava, soluçando de tanto tesão, ele decidiu entrar dentro de mim. Sem aviso, apontou o seu cacete na entrada e de uma só estocada, meteu tudo, até ao fim. Gritei com a surpresa e o prazer inesperado. Ele achou que tinha me magoado e ficou acariciando-me o rosto, parado dentro de mim. Eu estava ansiosa e não aguentei quieta. Colei o meu corpo no dele e comecei a rebolar, esfregando-o dentro de mim. Aquela fricção, juntamente com o estado de excitação em que já me encontrava, depressa me trouxeram um primeiro orgasmo, aliviando um pouco o meu prazer e fazendo-me tremer sem parar. Ele estava paradinho, deixando-me usar o seu pau a meu bel-prazer, embora eu visse que mordia os lábios, contendo-se para não se mexer. Mas, inesperadamente, esse primeiro orgasmo não me fez acalmar e eu não conseguia parar, meio alucinada. O meu corpo parecia ter vida própria e em breve, já se preparava para atingir o ápice outra vez. Ele aí, não aguentou. Pegou-me pelas ancas com um pouco de força, penetrando-me com fúria e deu um gemido:



-Aiiiiii… gostosa! Agora vou fazer do meu jeito. Goza mais no meu cacete, goza. Quero te ver gozar muito.

Outro orgasmo me atingiu, menos intenso que o primeiro, mas muito gostoso. O meu corpo reagia como se não conseguisse parar. As metidas vigorosas não deixavam a espiral de prazer acalmar e durante um tempo só se ouviam nossos gemidos e as palavras de incentivo. Ele virou-me de costas, colocando-me de joelhos. Começou a meter assim, aumentando o nosso tesão ainda mais. Era loucura, mas eu sentia que ia ter um terceiro orgasmo:

-Aiiiiii… tesão. Nunca gozei assim na vida. Que loucura. Não páres, amor, não páres.

-Não, linda. Vou te dar tudo. Mas não aguento muito mais, goza comigo, goza. Vamos, os dois juntinhos…

As próximas estocadas vieram com mais força, fazendo meu corpo balançar contra a cama. Um orgasmo louco invadiu-me, fazendo-me gritar. Este sim, veio com tudo, tirando as forças do meu corpo e deixando-me desfalecida, enquanto ele jorrava seu sémen dentro de mim. Deixei cair o corpo no sofá, arfando e esperando a respiração voltar ao normal, ainda mal acreditando no que acabara de acontecer. Eu, que tanto ouvira falar dos orgasmos múltiplos, mas nunca tinha experimentado isso, hoje sentira na pele o que isso era e a verdade é que tinha sido fantástico.

Ficamos deitados, curtindo os carinhos e acabamos por relaxar. Ao fim de um tempo, olhei para ele e ri alto:

-Meu louco! Viste o que fizeste comigo? Vamos subir? Preciso de um banho, estou toda suada.

Ele pegou-me na mão e puxou-me para a escada interior. Fez-me subir na frente dele, mordiscando-me as nádegas durante o caminho, fazendo-me rir, ao mesmo tempo que me começava a excitar de novo.

Puxei-o pela mão, até chegarmos à casa de banho e abri as torneiras da banheira, deixando a água quente correr. Deitei um pouco de espuma e esperei encher. Amarrei o cabelo, por entre os beijos que ele me espalhava pelo pescoço e pelas costas. Inclinei-me para testar a temperatura da água e ouvi um gemido:

-Ana, não fica assim, senão não sei o que sou capaz de fazer!

Dei um risinho, inclinando-me mais ainda, de rabo empinado na sua direcção, rebolando levemente, provocando-o. Ele colou o corpo no meu, fazendo-me sentir a sua erecção dura nas minhas nádegas. Rocei de leve no seu sexo, deixando-o esfregar-se no rego e sentindo-o começar a ficar molhadinho. Conseguia ler os pensamentos dele… sabia que até ao fim do dia, não ia conseguir escapar… e nem queria.

Apanhei-o distraído e entrei na banheira, ouvindo-o reclamar. Deitei-me e chamei-o para junto de mim:

- Vem cá, querido… está tão gostoso aqui dentro.




Ele saltou para trás de mim, abraçando-me com as pernas, o pau duro cutucando as minhas costas. A sua boca brincava com o meu pescoço, enquanto me falava no ouvido o que ia fazer comigo de seguida. As mãos agarraram os meus seios, deixando-os duros, ansiosos… levei uma mão atrás e segurei seu cacete, apertando-o com força. Nem parece que tínhamos acabado de fazer amor ainda há pouco, já estávamos ansiosos por mais. Olhei para ele:
-Senta-te na beira da banheira, lindo. Precisas de um banho, há partes do teu corpo que têm de ser bem limpas. Eu trato disso, fica quietinho.

Ele riu, vendo qual era a minha intensão, mas fez o que eu pedi. Segurei aquela pica gostosa na mão e fui deslizando os dedos, apertando a cabeça, a outra mão nas bolinhas, mexendo sem parar. Ainda não tinha provado o sabor dele, mas estava ansiosa por tê-lo na boca. Desci a boca e segurei aquela cabeça gostosa nos lábios, sugando…«Hummm»… o gemido foi meu ou dele? Não sei quem estava a gostar mais daquilo. Tinha um sabor delicioso, que me fez ficar ali cerca de 20 minutos, chupando sem pressas, mordiscando cada pedacinho dele, lambendo, intervalando com movimentos das mãos, olhando nos seus olhos, até ele não aguentar mais. Segurou-me pelos cabelos e puxou minha boca:

-Pára Ana, pára… senão eu gozo na sua boca! E ainda tem algo que eu quero muito fazer com você.

Saiu da banheira e carregou-me, sem avisar, fazendo-me dar um gritinho. Levou-me assim para o quarto, pingando o chão todo, sem se importar com isso. Jogou-me em cima da cama e devorou a minha boca. Estava faminto e ansioso. Esfregava o corpo no meu, as mãos apertando cada pedacinho de pele que encontrava. A boca desceu, atacando a minha ratinha ensopada, já esperando que cuidassem dela. Chupou-a sofregamente, sem a delicadeza da primeira vez, mas dando-me igual prazer, ou mais ainda. Eu segurava a beira do lençol, ansiosa por mais.

-Você me deixa louco, sua safadinha. E como se não bastasse ser tão gostosa, ainda tem uma boca maravilhosa. Mas agora eu quero outra coisa, você sabe o quê, não sabe? Você sabe que essa bunda gostosa me deixa louco e hoje mesmo ela vai ser minha. Acordo molhado, de tanto sonhar com ela.

Eu dei uma risada e virei-me de costas na cama:

-Vem, é toda tua! Aproveita e realiza o teu sonho, vai!

Ele falou algo que não entendi e puxou o meu corpo, até os meus pés tocarem no chão. Esfregou-se em mim, mostrando como eu o deixava e inclinou o meu corpo na cama. Levei uma perna até acima, ficando toda aberta, na beira da cama… exposta, à sua mercê. Ele apertou as nádegas e desceu a boca, dando pequenas chupadinhas na minha ratinha, atiçando-me. A língua deslizou até à entrada traseira e começou a lamber, lubrificando tudo e dando-me muito prazer. Um dedo rodou de leve, fazendo-me piscar…. deslizou dentro de mim, preparando-me… rodou lá dentro, alargando… outro dedo se juntou a esse, mexendo juntos. Comecei a rebolar neles e a passar os dedinhos no meu clítoris. Sem aviso, os dedos saíram e senti o seu membro pressionando na entrada. Dei um gemido de dor e retraí-me. Ouvi a voz dele:

-Shiiiii….relaxa, amor… relaxa, que vou fazer com cuidado para não magoar você… confia em mim!

Com muita calma, foi entrando dentro de mim, entre gemidos e gritinhos de reclamação meus, que acho que o deixavam ainda mais atiçado. Quando estava metade lá dentro, não se aguentou e estocou de uma vez até ao fundo. Dei um grito, de surpresa e olhei para ele:

-Aiiiiii… seu mentiroso. Isso é que é ir com cuidado? Doeu! Tira, tira… está a doer muito… aiiiii…dói!

-Calma, amor… essa bunda me deixa louco, não resisto. Vai passar, relaxa e rebola que a dor vai embora.

Respirei fundo e fui mexendo de leve, reclamando, até que deixou de doer e passou a me dar uma sensação gostosa. Ele queria? Pois bem, eu ia acabar com ele. Olhei por cima do ombro e dei um riso provocante:

-Vai, já que queres tanto, vem… faz como tu gostas. Vai, mete com força, mete!


O homem ficou louco. Falei o que ele queria ouvir. Me segurou pelas nádegas, colando a boca no meu ouvido:

- Sua safada! Quer acabar comigo assim? Não vou ter dó de você…. Aiiiiiii…. Que coisa gostosa! Como eu sonhei com isto… não vou conseguir segurar muito.

-Não segures, vai, goza no meu cusinho, goza! Faz mais assim, com força.

A minha mão ia esfregando o meu clitóris, ao mesmo ritmo das investidas. Comecei a gemer alto junto com ele, os corpos colados da nossa transpiração, aproximando-nos do orgasmo.

Os movimentos aceleraram ainda mais, até que me apertou contra ele, as bolas batendo no meu rabo e deitou tudo dentro de mim, urrando alto e falando coisas sem sentido. Apertei-o dentro de mim e deixei-me ir também, enfiando dois dedos na minha ratinha. Foi um orgasmo louco, para ambos. Caímos para cima da cama, tremendo e sem forças…

Olhei para o rosto dele e toquei-lhe de leve, sorrindo. Vi ele fechar os olhos e falar:

-Você é bem melhor que no sonho… muito melhor! Acho que foi a melhor de sempre… obrigado!

-Beijei o seu peito e olhei para ele:

-Descansa, lindo. Vamos descansar agora, mas a nossa noite, ainda não acabou…

Fizemos amor várias vezes até ao amanhecer. Foi uma noite maravilhosa, que nunca esqueceremos.



DOMINADA E MARCADA PELO PRAZER - 2


AUTOR - PORTUGUESINHA

Deixei-me ficar um pouco deitada no chão, mal acreditando naquela loucura que tinha acontecido comigo. Ao fim de um bocado, levantei-me e fui tomar um duche. Fechei os olhos e deixei a água quente correr sobre o meu corpo, lavando o cheiro dele, que estava impregnado na minha pele, junto com cheiro do sexo. Deixei a água deslizar, com um turbilhão de pensamentos invadindo-me o corpo e a alma. Sentia um ardor nos meus arranhões e hematomas. Entrei numa espécie de transe e fiquei com um sorriso malicioso nos meus lábios! Tinha sido "Dominada e Marcada pelo Prazer" pelo André. Terminei o meu banho, vesti num vestido leve e fui até à varanda. Vi-o encostado num canto do jardim, pensativo, olhando para a praia, mordendo o lábio e de sobrolho franzido. Devia estar arrependido do que fez e receoso sobre o que eu faria de seguida. Deixei-me ficar pela casa o resto do dia, sem coragem de sair para encará-lo, com os sentimentos confusos dentro de mim. Pensei em denunciá-lo à Malu, que era a patroa dele… mas a quem eu queria enganar? Não tinha sido violação! Eu tinha correspondido a tudo e se quisesse ser sincera comigo própria, tinha adorado cada momento. O melhor era esquecer o que tinha acontecido, mas o meu corpo ainda queimava só de imaginar o acontecido e pedia por mais! Fiquei sem fome e mal dormi nessa noite, sabendo que ele estava tão perto de mim. Seria tão fácil atravessar o jardim e ir até à pequena cabana onde ele dormia, mas nunca teria coragem para o fazer! Levantei-me no dia seguinte, disposta a continuar aproveitando os dias que me restavam. Não ia ficar fechada em casa e o melhor seria enfrentar de uma vez, o que havia
acontecido. Afinal éramos dois adultos! Saí para a praia… como era normal e passei por ele, decidida a ser educada e fazer de conta que nada se tinha passado entre nós: -Bom dia, André! Lindo dia hoje, não é? Vi o seu olhar de surpresa com o meu cumprimento educado e ouvi-o dar um bom dia baixo, que mal deu para eu escutar! Segui o meu caminho e passei o dia por ali, sentindo os seus olhos fulminando o meu corpo. Quando me virava de repente, apanhava-o em flagrante, mas ele desviava logo o rosto, disfarçando! Percebi que aquele homem ainda me desejava… e muito! Sorri para mim, satisfeita com a descoberta. Eu queria mais daquilo, mas agora sentia que o próximo passo teria de ser meu, pois ele tinha ficado retraído, talvez devido à agressividade que utilizou da primeira vez! O sol já começava a pôr-se no horizonte, quando me decidi a tomar a iniciativa. O desejo de o sentir de novo tirava-me todo o orgulho que me restava, assim como a inibição. Levantei-me da toalha, espreguicei-me e olhei por cima do ombro, confirmando que ele olhava para mim.
De costas para ele, despi a parte de cima do soutien, lentamente… atirando-a para o chão. Fiz o mesmo com a parte de baixo, ficando completamente nua. Respirei fundo e virei-me para ele, vendo o desejo estampado no seu rosto. Avancei para o mar, passo a passo, olhando para trás num convite mudo. Como imaginava, ele não resistiu muito tempo. Despiu-se, ficando com aquele corpo moreno todo exposto, vindo ao meu encontro. Já trazia uma forte erecção, apontando para mim. Quando nos aproximamos, estendi um braço para ele, sem falar.

Ele puxou o meu braço e colou o meu corpo ao seu, levando-me até onde a água nos cobria pelo peito. O seu corpo queimava, provocando-me arrepios intensos de excitação. Senti uma mão apertando-me nas nádegas, enquanto a outra me puxava de leve pelos cabelos, fazendo-me inclinar a cabeça para trás. A sua boca voraz caiu sobre o meu pescoço, devorando-me com beijos intensos e fazendo-me lançar um gemido forte. Ouvi a sua voz rouca no meu ouvido:
Quero provar a sua boca! Finalmente vou saber como é o gosto de seus lábios!

Olhei dentro dos seus olhos, demonstrando o desejo que me consumia e logo em seguida fechei os meus olhos e abri os lábios, esperando a sua boca… que desceu de uma
vez, apoderando-se da minha, com uma fome imensa, tal como eu imaginava que seria. Aquele homem bruto e rústico, não era delicado. Era intenso e apaixonado demais! A sexualidade contida naquele beijo foi tão intensa, que até senti as minhas pernas perderem as forças, ficando bambas. As suas mãos seguraram o meu corpo com firmeza e pulei no seu colo, entrelaçando as minhas pernas à volta da sua cintura, sem descolar a sua boca da minha. Senti-o sugar a minha língua com os lábios e não contive os meus gemidos… eles saíam da minha garganta, sem eu me dar conta. Sentia o calor abrasador do seu corpo queimando junto ao meu, enquanto a sua ereção dura roçava na minha ratinha palpitante. Ele começou a movimentar-se comigo ao colo, até chegar à beira de água. Encostou-me numa rocha lisa, moldada pela água do mar e olhou fixamente para mim… arfando e com a respiração alterada:
-Você me tira todo o controle! Quero ir com calma, mas não resisto a você! Fico descontrolado!

A cabeça do seu pau encostou-se em mim, procurando a minha grutinha. Rodou um pouco na entrada… buscando a minha lubrificação… e sem aviso prévio… com uma só estocada, alojou-se dentro de mim, preenchendo-me completamente. Ouvi seu grito rouco misturar-se com o meu, ao mesmo tempo que as mãos dele me agarravam com força pelas nádegas, puxando-me mais contra ele e encaixando os nossos corpos. A sua boca largou a minha e deslizou pelo meu pescoço e pelo meu ombro, deixando mordidas pelo caminho. Faminta, apoderou-se de um mamilo excitado, sugando-o vorazmente e apertando-o entre os lábios. O seu corpo investia contra o meu, sem dó, deixando-me louca, fazendo o meu orgasmo aproximar-se rapidamente. Agarrei-me aos seus ombros fortes, cravando-lhe as unhas, sem me aperceber e deixei-me invadir por aquela tempestade de prazer. Estremeci contra ele… gritando… gemendo enlouquecida… até que gozei loucamente, por entre espasmos que não terminavam mais… apertando aquele cacete delicioso dentro de mim. Aquele homem tinha um poder incrível sobre o meu corpo! Ele ficou parado dentro de mim, esperando o meu corpo acalmar… até eu deixar de tremer em seus braços. Foi beijando-me o pescoço e provocando-me arrepios em todo o corpo. Respirei fundo e tentei controlar-me… mas com ele começando a movimentar-se outra vez dentro de mim, não era fácil! Com algum esforço, empurrei-o para trás, apanhando-o de surpresa, separando o meu corpo do dele: -Chega, querido! Agora é a minha vez! Agora vou eu cuidar de ti! Não sei como consegui conter-me. Empurrei o seu corpo para a areia, passando-lhe uma rasteira e rindo da sua cara de surpresa!
Desci o meu corpo sobre o dele, sussurrando ao pé de seu ouvido: -Pensavas que eras só tu que ias fazer o que quisesses comigo? Agora és meu! Quero sentir o teu sabor de macho excitado na minha boca…. Até me dares tudo! Vi sua cara de espanto e de surpresa. Colei a minha boca na dele, mordiscando-lhe o lábio. Um gemido rouco saiu da sua boca, enquanto eu deixava um caminho traçado com a minha língua, desde o pescoço até à barriga dele. As minhas mãos acariciavam cada músculo daquele corpo moreno pelo sol… conhecendo cada contorno, cada canto. Agarrei-lhe o cacete pulsante com uma mão e comecei a punhetá-lo de leve. Os seus gemidos indicavam-me que estava no caminho certo. Mas se pensava que ia conseguir torturar por muito tempo aquele homem, estava enganada. Sem eu esperar, as suas mãos agarraram-me pelos cabelos, puxando-me a cabeça contra o seu membro. Ri baixinho da sua impaciência e dei-lhe uma dentadinha na cabeça… sugando-a de leve, saboreando-a… lambendo-a… olhando para os seus olhos turvos de desejo. Deixei-o deslizar para dentro da minha boca… lambendo-o, para o deixar bem molhadinho e fui agasalhando aquele cacete delicioso. Ele começou a empurrar dentro da minha boca, ansioso para eu lhe dar tudo. Apertei-o com força e comecei uma chupada alucinada, retirando-o e colocando-o até ao fundo, aumentando cada vez mais os movimentos, até me doer o maxilar. Ele estremecia debaixo de mim: -Aiiiiiiiiiiiiiii…. Ana… chupa assimmmmm… aiiiiii... que delícia de boca! Me faz gozar, linda, me faz gozar gostosooooooo!
Apertei-lhe as bolas com uma mão e travei-o na boca, espremendo-o com força… sentindo-o pulsar e se retesar… até deitar tudo para fora. Ouvi o grito dele e suguei tudo, engolindo aquele leite quentinho. Chupei a cabeça do pau e lambi-o calmamente, até o deixar bem limpinho e o sentir acalmar. Deixei cair a minha cabeça no peito dele e fiquei ali durante um bocado, ouvindo os batimentos acelerados de seu coração e o barulho das ondas quebrando na areia. Ficamos mudos, descansando. O sol já tinha desaparecido e caía a noite. Segurei na mão dele e puxei-o para a casa, levando-o para debaixo do duche. Ficámos ali, abraçados… a água caindo sobre os nossos corpos… beijando-nos, abraçando-nos e trocando carícias. Ao fim de um bocado, estávamos ambos muito excitados novamente. Eu já gemia baixinho, com a sua boca torturando os meus seios e uma mão entre as minhas pernas.
A sua boca desceu novamente pelo meu corpo, lambendo cada pedaço, até chegar à minha ratinha excitada. Senti umas mordidas nas coxas e virilhas, antes da sua língua começar a deslizar ao longo da minha abertura, lambendo-a toda e fazendo-me ansiar por mais prazer.

Senti a língua furando a minha ratinha e alojando-se dentro de mim, entrando e saindo, fazendo o meu melzinho escorrer sem parar. Com os lábios, apoderou-se do meu clítoris, rodando a língua a toda a volta e deixando-me cada vez mais próxima. A sua língua dava-me choques intensos, que me fizeram derreter de prazer. Logo, senti dois dedos penetrando-me com força e rodando lá dentro, procurando o pontinho mágico. Não consegui resistir muito tempo e gozei fortemente na sua boca, segurando-me à sua cabeça para não cair, pois as pernas ficaram trémulas e sem forças. Sem nenhuma palavra, ele tirou-me do banho, secando-me com a toalha. Vi o olhar de predador outra vez em seu rosto, mas agora já sabia o que esperar dele! Não acreditei, mas ele agarrou-me pela cintura, colando nossos corpos novamente, com um pouco de agressividade. Empurrou-me contra a parede da sala e colou a boca na minha, devorando-a sem delicadeza, apenas com desespero e com outra fome que me assustava. O desejo consumia o meu corpo e só desejava senti-lo dentro de mim outra vez. As suas mãos desceram pelo meu corpo e começaram a brincar com a minha ratinha, que se ensopava com os meus líquidos, preparando-se para o receber. Enfiou um dedo dentro de mim… a seguir outro, enquanto devorava os meus seios como um bebé faminto. Comecei a contorcer-me contra ele, desesperada por senti-lo: -Aiiiiii…. Vem, querido, vem…. Entra dentro de mim, por favor! Quero sentir-te outra vez! Com um gesto brusco, as suas mãos viraram o meu corpo, deixando-me de costas para ele e ouvi a sua voz no meu ouvido: - Ponha as mãos na parede, querida, e incline-se um pouco para mim. Vou-lhe dar tudo o que você quer! Hipnotizada, fiz o que ele pediu. Coloquei as mãos na parede e inclinei o corpo, encaixando as minhas nádegas contra ele. Sentia-me exposta e vulnerável naquela posição. A sua boca começou a deslizar pelas minhas costas, arrepiando-me toda e fazendo-me empinar mais o rabo, roçando no seu cacete, que pulsava contra mim. Procurei a melhor posição e consegui encaixá-lo na entradinha. Ele deu-me uma dentada na nuca e agarrou-me pela cintura: -Quer pica, é???... Quer senti-lo lá dentro? Está com fome?
Envolta nos meus delírios, gemi alto, pedindo para não me torturar e senti a investida do seu corpo. Ele entrou dentro de mim, de uma vez só. Apertou-me e deixou-se ficar lá no fundo. As suas mãos agarraram-me pelos cabelos, com força, mas não demasiada:
-Rebola para mim, vai! Rebola no pau do seu macho! Aperta ele lá dentro, vai! Aquelas palavras deixavam-me num estado de excitação máximo. Alucinada, comecei a rebolar naquele pau delicioso, procurando acalmar o meu prazer. Apertei-o dentro de mim e fui rodando… cada vez mais rápido… forçando, gemendo, até sentir o orgasmo se aproximar. Gritei para ele: -Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…. Mete com força, querido! Mete! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…. Assim… Ele agarrou-me pelas ancas com um pouco mais de força e começou a movimentar-se cada vez com mais rapidez e brutalidade, fazendo-me ver estrelas, tal a força com que gozei. Lancei um grito rouco e deixei meu corpo tombar. Mas ele segurou-me com carinho, não me deixando cair e esperou os meus espasmos acalmarem. Ao fim de um bocado, senti-o levar os dedos à minha ratinha, molhando-os nos meus líquidos. Começou a brincar com a entrada do meu cuzinho, rodando, fazendo-o piscar e relaxar. Já sabia o que vinha por aí e preparei-me para o próximo ataque. Senti um dedo penetrando-me, rodando lá dentro… a seguir, outro… dilatando a entrada. Agarrei-me à parede, novamente e empinei o rabo bem para cima. Ele tirou o pau de dentro da minha ratinha, todo lambuzado do meu mel e apontou-o no meu anelzinho apertado. Senti-o furando a entrada e quase no meu limite, relaxei o corpo. Doeu-me um pouco e gemi baixinho. A boca dele desceu até ao meu pescoço, beijando-me, descontraindo-me: -Isso, querida… relaxa seu cuzinho… vou comê-lo todo, como desejei desde o primeiro dia! Relaxa… issoooooo! Fui descontraindo e quando me apercebi ele estava todo lá dentro.


Deixou-se ficar um pouco parado, para meu cuzinho se habituar com seu mastro e começou a movimentar-se, primeiro lentamente, depois com mais força. As suas mãos apertavam-me as nádegas e davam-me palmadas leves de vez em quando, atiçando o meu tesão. Comecei a gemer junto com ele e levei
uma mão ao meu clítoris, acariciando-o. Ele bombava cada vez com mais força dentro de mim: -Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii… que cuzinho delicioso! Não aguento mais, querida! Goza comigo, goza! Vou encher seu cuzinho! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii… que delícia!... Adoroooooooooooo! -Vem, querido, vem!... sente eu apertando-te lá dentro! Dá-me tudo, vai.
Estava cansada e ofegante e reunindo minhas últimas forças, acelerei os meus movimentos, rebolando-me contra ele, apertando-o com meus músculos, esfregando meu clítoris com uma mão e segurando-me na parede com a outra. Senti o gozo invadindo-me mais uma vez, ao mesmo tempo que ele gritava e me enchia como seu esperma. Apoiei-me com força, mas tinha as pernas bambas demais. Deixámo-nos cair no chão, esgotados e arfantes. Senti seu abraço forte e encostei a cabeça no seu peito. Aqueles dias na ilha foram os melhores da minha vida. «Redescobri o prazer» perdido e vivi emoções e sensações intensas demais. Fui «marcada e dominada» por aquele homem sensual e adorei cada minuto passado com ele! Sentia-me uma nova mulher… mais segura… mais provocadora… mais sensual… mais MULHER!


ENCONTRO COM O PRAZER - PARTE 1


AUTORA-PORTUGUESINHA
Conheci um homem maravilhoso, há cerca de dois anos, num site onde publicávamos os nossos contos eróticos… a nossa amizade foi crescendo ao longo do tempo, junto com a cumplicidade e o carinho que tínhamos um pelo outro. O desejo de nos encontrarmos cara a cara foi crescendo cada vez mais, mas ele era brasileiro e tínhamos um oceano entre nós, o que complicava tudo.… até que um dia surgiu essa oportunidade. A firma onde ele trabalhava ia enviá-lo durante uma semana a Portugal, para fazer uma formação. Ficamos muito excitados com a oportunidade de finalmente nos podermos conhecer.

Não poderíamos perder essa oportunidade que o destino nos oferecia. Eu cuidei de tudo para ele e pedi-lhe que não se preocupasse com nada. Reservei-lhe um quarto num hotel que ficava próximo de onde eu morava.

No dia da chegada dele, arrumei-me toda, fui arranjar o cabelo, caprichei na maquilhagem e vesti um vestido novo que tinha comprado para essa ocasião e que me ficava muito bem, colando-se no meu rabo grande, que eu sabia que ele adorava. O decote deixava os seios bem visíveis, que era o que eu queria.

Fui esperá-lo ao aeroporto e quando o vi na minha frente o meu coração quase que parou. A emoção era grande demais e caí nos braços deles, num abraço bem apertado. 
O cheiro gostoso dele envolveu-me e deixou-me toda arrepiada. Ficamos calados, só nos olhando e nem sei quem avançou primeiro, mas quando percebi, as nossas bocas estavam coladas num beijo quente… faminto… que tanto tínhamos imaginado. Foi ainda melhor que o esperado e meu corpo reagiu na hora. Os bicos dos seios ficaram excitados e duros e dei um gemido, segurando os cabelos dele. Ele descolou a boca e falou no meu ouvido, enquanto mordia o lóbulo de leve:
-Minha portuguesinha deliciosa, não vejo a hora de ficar sozinho com você!

Saímos dali, antes que perdêssemos o controlo e levei-o a jantar. Escolhi um restaurante bem reservado, pois fazia tempo que tinha uma fantasia em mente, que eu queria realizar…. Aliás, já tinha contado isso para ele nas nossas conversas. O restaurante ficava no cimo dum prédio e tinha um terraço aconchegante à média luz. Pedi para reservar uma mesa num recanto mais afastado, junto a uma trepadeira, que nos deixava com alguma intimidade. Dali via-se Lisboa à noite, cheia de luzes brilhantes. As mesas estavam cobertas com uma toalha até ao chão, num tecido grosso. Olhei para ele e mordi os lábios. Ele entendeu, vi que ele se lembrava duma conversa que tivemos há muito tempo. Ele deu uma risada e falou:

- Você não teria coragem, Ana!

Eu dei uma gargalhada:

-Queres apostar?? Eu não apostaria.

Ele puxou a cadeira para eu me sentar e sentou-se na minha frente. Só estávamos nós no terraço, pois corria um ventinho fresco e a maioria dos clientes preferiram ficar no interior do restaurante. Um empregado veio anotar os pedidos e fomos bebendo um aperitivo, enquanto esperávamos vir a comida. Os olhos dele não saiam dos meus, esperando para ver o que eu fazia. Tirei a minha sandália e toquei com o pé na perna dele, fazendo-o dar um pulo na cadeira. Subi o pé um pouco e passei-o no meio das suas pernas, enquanto bebericava o vinho, fingindo estar distraída. Ouvi um gemido:

-Malvada, você me paga. Deixa eu te pegar logo mais no hotel e você vai ver só o que vou fazer contigo!

Ele reclamava, mas estava adorando aquilo. Fiz mais pressão, sentindo o mastro duro e quente debaixo do meu pé.

-Nossa, isso é tudo para mim? Mal posso esperar! Sabe que sonho até com o sabor dele? Hummm... que vontade de prová-lo…

-Ana, Ana… não brinca com o fogo…

Eu gargalhei. Nesse momento, chegou a nossa comida e concentramo-nos em comer, mas o clima de excitação estava sempre presente. De vez em quando, voltava a passar o pé lá e falava:

-Psiuuuu… não deixes ele baixar, quero-te assim, duro... com vontade de mim.

Acho que nenhum de nós apreciou devidamente a comida, devido ao clima de excitação. Quando pedimos a sobremesa, o empregado falou que ia demorar um pouco, pois tinha um grupo para atender lá dentro e pediu desculpas.

Era o que eu precisava ouvir. Mal ele saiu, deixei cair o guardanapo no chão, falando:

-Opsss…que desastrada!

Ele arregalou os olhos:

-Ana, você não vai mesmo fazer isso, vai??

-Duvidas?? Vou só pegar o guardanapo, relaxa!

 Deslizei o corpo para debaixo da mesa, ficando escondida. Uma vez tínhamos falado nessa fantasia minha, que agora eu iria colocar em prática.

Dirigi-me a ele e abri o fecho da calça, deixando ver um volume enorme por baixo… passei a mão por cima da cueca, arranhando de leve com as unhas, fazendo o cacete dar um pulinho...ouvi a voz dele, rouca:

-Louca!!! Ainnn… chupa ele, vai, safada! Está me deixando louco de tanta vontade.

Desci a cueca e segurei naquele cacete grossão que ele tinha. A cabeça era impressionante. Desci a boca e dei uma lambida nela… depois outra… e abocanhei-o na ponta dos lábios. Dei umas chupadinhas de leve, torturando-o, sentindo o seu sabor… mordendo de leve… espalhando beijinhos. Ele começou a contorcer-se na cadeira, respirando fundo:
-Safada, está me deixando louco… chupa mais, vai… chupa com mais força… já que começou, não pára!

-Psiuuu… quem comanda aqui sou eu… fica aí quietinho, esperando o empregado chegar com os doces.

Segurei no pau dele e dei umas pancadas no meu rosto, esfregando-o na boca, no pescoço, nos seios… mas sem lhe dar o que ele queria:

-Affffffff… vc quer me matar, minha portuguesinha? Chupa ele, amor, vem… chupa ele todo. Não me maltrata mais!

Eu fiz-lhe a vontade… abocanhando aquele pau gostoso, que me obrigou a abrir bem a boca, deixando-o deslizar até bater no fundo da garganta…  mesmo assim ficou um bom pedaço de fora. Apertei-o e fui chupando com vontade, mas devagar… entrando e saindo com a boca, fazendo pressão. Nessa hora, o empregado chegou. Ouvi a voz do empregado perguntando por mim e querendo saber se podia servir as sobremesas. Ele tentou empurrar a minha cabeça, mas não o deixei. Ele gaguejou um pouco, meio atrapalhado e lá conseguiu disfarçar. Atolei-o dentro da boca e fui mamando, sem fazer barulho, mas sem o deixar fugir. Sentia o esforço dele, para manter a  compostura, enquanto o empregado servia os doces e ele falava que eu tinha ido lavar as mãos. Assim que o empregado saiu, ele segurou os meus cabelos e foi metendo na minha boca, com força, meio alucinado:



-Safada, gostosa. Vai tomar leitinho, de castigo. E vai engolir tudo, ouviu? Ahhhhhhhhhhh…chupa mais, vai!...isso, aperta… vou gozar!!

Senti ele pulsando e jorrando na minha boca. Veio com tanta força que até me engasguei, mas ele nem me deixou tirar a boca. O jeito foi engolir tudo, sem reclamar. 
Tinha um sabor delicioso e apesar de sair muita quantidade, deixei-o limpinho. Lambi cada gota, até ele parar de gozar. Fechei o fecho das calças dele e saí discretamente debaixo da mesa, como se nada fosse. Ele respirava fundo, olhando para mim, com um riso safado:
-Você vai me pagar isso, Ana…aii, se vai! E é agora mesmo!


Ele olhou para os lados e arrastou-me para as escadas que levavam à casa de banho, que ficava num piso inferior, numa espécie de recanto discreto. Ele empurrou-me para dentro e fechou a porta. Tinha uma área ampla, com um lavatório grande. Ele pegou-me ao colo e sentou-me em cima da bancada, sem delicadeza, devorando a minha boca e puxando o vestido para cima. As mãos percorriam as minhas coxas, procurando a beira das cuequinhas indecentes que eu tinha vestidas. A sua boca devorava o meu pescoço e o início dos meus seios:



-Safada, veio com este pedacinho de tecido minúsculo vestido, só para me provocar, não foi?


De um puxão, rasgou as cuequinhas e levou-as ao nariz, cheirando-as. Estavam molhadinhas demais.


-Tá com cheiro de fêmea no cio. Tá com vontade, é? Minha putinha tá com fome?


Segurei a cabeça dele e empurrei-a lá para baixo, ansiosa por sentir ele me chupando. O fogo consumia-me e sentia a minha ratinha contraindo de tanta vontade.


-Ainnn… tou. Vem logo, não me tortures mais!...Chupa!


Ele deu uma risada e mordeu a minha coxa… eu dei um gemido e abri mais as pernas. Ele subiu a boca e deu uma lambida longa nela, que me fez arrepiar:


-Ainnn… chupa-a toda, vai… chupa!


Ele segurou-me pelas coxas e inclinou-me mais para trás:


-Que sabor delicioso, vou te chupar até você me dar melzinho na boca, gostosa.


A boca dele apoderou-se da minha coninha, sem dó… chupando, enfiando a língua dentro e rodando… lambendo tudo, com fome. Senti o meu corpo começar a tremer,  preparando-se para explodir. Nessa hora ele aliviou um pouco, só espalhando beijos.

-Não tires a boca, safado. Chupa mais…ainnn… não faças isso, malvado!

Ele estava a fazer-me pagar a partida que lhe fiz, debaixo da mesa. Eu estava louca para gozar, para aliviar a tensão do meu corpo e ele não deixava. Só ria, debochado, enquanto dava linguadas bem de leve.

-A minha portuguesinha quer gozar, é? Melhor a gente sair, já imaginou se chega alguém e nos pega aqui?

Segurei-o pelos cabelos, meio alucinada:

-Não te atrevas a fazer isso comigo. Acaba já o que começaste… faz-me vir!

Ele olhou para mim e vi que o tesão falou mais forte. Levou dois dedos à minha boca e fez-me chupá-los. Sem desviar os olhos, enfiou-os de uma vez dentro de mim. Dei um gritinho de surpresa.

 Ele desceu a boca e segurou o clitóris entre os lábios. Foi rodando a língua a volta e sugando, enquanto os dedos friccionavam o meu ponto G. Não aguentei muito tempo e empurrei-me contra ele, explodindo num gozo intenso e longo, que me deixou a tremer. Ele ficou lambendo calmamente, até eu parar de apertar e a minha respiração voltar ao normal.

Nem foi preciso palavras, ele segurou a minha mão e saímos quase correndo dali, para o hotel, ansiosos por continuarmos o que tínhamos começado….






CONTINUA...

CARÍCIAS LOUCAS POR DEBAIXO DA MESA


AUTOR: PORTUGUESINHA

Há uns anos atrás, tinha eu 25 anos, fui sair com a minha amiga Cris para ir às compras, só nós as duas. Depois de uma tarde a entrar e sair das lojas, sentámo-nos numa esplanada a beber um sumo de laranja fresco, para refrescar, pois o dia estava demasiado quente. Estávamos sentadas há um bocado, quando ouço ela chamar alguém. Um casal jovem e atraente aproximou-se de nós. A Cris apresentou-os como sendo um casal que ela tinha conhecido há pouco tempo, que estavam em Lisboa a trabalho, mas eram do norte do país. A rapariga chamava-se Carolina, era loura, magra e muito atraente. O namorado chamava-se Rui, era moreno, cabelo preto, alto e com um corpo forte, mas sem ser gordo. Tinha um sorriso lindo, capaz de derreter qualquer mulher. Quando nos cumprimentamos com dois beijinhos e o seu rosto tocou no meu, senti um arrepio de excitação percorrendo o meu corpo todo. Ele deu um sorriso de lado, como se tivesse percebido a minha inquietação repentina. Eles sentaram-se ao pé de nós e ficamos na conversa durante um bocado. Como a minha amiga ia fazer um churrasco em casa dela no fim-de-semana, convidou-os a aparecerem por lá, já que iam regressar a casa na próxima semana. Demos mais dois beijinhos na despedida, não sei se foi impressão minha, mas os seus lábios tocaram no canto da minha boca desta vez, fazendo-me estremecer novamente. Os meus seios são volumosos e os biquinhos quando estão excitados ficam bastante grandes, o que às vezes me provoca algum embaraço. Neste dia, estava com um top justo e fiquei com os bicos bem marcados. O Rui olhou para eles e passou a língua pelos lábios, disfarçadamente. Senti a humidade escorrer da minha coninha, ensopando as cuequinhas fio dental que eu trazia vestidas. Tentei disfarçar para a Cris não perceber o meu estado.

Eu estava sem namorado na época, devia ser por isso que estava mais sensível. Voltamos para casa, despedi-me da Cris e fui directa para o chuveiro, para refrescar o meu corpo encalorado. Lancei o jacto de água fria em cima de mim, mas o calor que tinha dentro de mim era tanto, que não refrescou nada.
Como era possível um homem que nunca tinha visto, me afectar assim? Fechei os olhos e imaginei o Rui ali comigo, fui deslizando as mãos ao longo do meu corpo, fazendo carícias em cada ponto que percorria.
Agarrei os meus seios, afagando-os levemente até os bicos ficarem empinados ao máximo.
Apertei-os entre os dedos, lançando um gemido fundo, imaginado que eram outras mãos que me percorriam. Sentia choques eléctricos percorrendo o meu corpo, até chegar ao clitóris, que já estava bem saliente de tanto tesão.
Baixei a cabeça e fui lambendo os mamilos, um de cada vez, trincando-os levemente com os dentes. A vantagem de ter seios grandes é essa, dá para pôr a boca neles. Desci uma mão até à minha ratinha depilada, afastei os lábios carnudos dela para os lados e enfiei um dedo dentro da rachinha que já estava mais do que lubrificada. Gemi alto, completamente alucinada, aquele homem tinha mexido comigo e agora eu estava naquele estado.

Enfiei outro dedo e empurrei até ao fundo, ao mesmo tempo que esfregava o meu botãozinho do prazer com a outra mão. Os meus gemidos aumentavam de intensidade, assim como o meu prazer. Coloquei outro dedo dentro de mim e acelerei o movimento, ao mesmo tempo que espremia o clítoris entre dois dedos. Os meus gritos ecoaram pela casa de banho, ao mesmo tempo que eu sentia um orgasmo percorrer-me o corpo todo. Deixei-me cair e fiquei ali desfalecida a pensar naquele homem que me tinha deixado naquele estado.
O sábado chegou e eu já não aguentava mais esperar para ver o Rui novamente. Era loucura, eu sei, ele tinha namorada, não podia haver nada entre nós, mas o meu corpo não se importava com isso. Tomei um banho, depilei os pelinhos que já estavam a apontar, hidratei o meu corpo todo com um creme perfumado e coloquei um soutien preto de rendas, que me favorecia o peito, com uma cuequinha fio dental a condizer. Vesti um vestido preto solto, que disfarça o volume das minhas ancas e me fica muito bem. Penteei-me, deixando o cabelo solto, com os caracóis moldados à volta do rosto, perfumei-me e maquilhei-me ligeiramente, ficando pronta para seguir para casa da Cris. Quando lá
cheguei, o Rui já lá estava com a namorada. Cumprimentei-os, disfarçando a minha excitação, enquanto ele me segurava pela cintura e me dava dois beijinhos no rosto. Cheirava maravilhosamente bem, a perfume e a homem. Os seus olhos percorreram todo o meu corpo, como uma carícia. Com a namorada ao pé, magra e elegante, nunca pensei que eu o atraísse, mas o seu olhar dizia que sim, que eu o atraía e muito. Enquanto a Cris servia os salgados, fui até uma mesa preparar as bebidas para o pessoal. Éramos cerca de 20 pessoas, a maioria minhas conhecidas. Estava distraída no meu serviço, quando me inclino para apanhar um cubo de gelo que caíra no chão e sinto algo a roçar nas minhas nádegas. Levantei-me e dei de caras com o Rui, com um sorriso maroto ao meu lado e com um volume bastante grande entre as pernas, que me fez ficar com água na boca.
-Então, tudo bem por aqui? Precisas de ajuda com alguma coisa?
Eu senti o meu rosto corar e fiquei ligeiramente atrapalhada, não estava nada à espera daquela investida.
-Não obrigado. Está tudo controlado!
-Estás muito bonita hoje, esse vestido fica-te muito bem! Adoro mulheres com curvas, assim como tu.
O meu coração começou a bombear cada vez com mais força, quase saltando do peito. Ele estava a elogiar-me! Nisto, a namorada chamou-o, ele piscou-me o olho e seguiu até onde ela estava. Ou ele estava a gozar comigo, ou também se sentia atraído por mim. Durante o resto da tarde e início da noite, sentia o seu olhar a percorrer-me, cada vez que me cruzava com ele. Sentia uma tensão dentro de mim, que parece que ia explodir. Alguns casais foram embora mais cedo, até que ficou um pequeno grupinho: Eu, a Cris e o namorado, o Rui e a Carol e outros dois casais amigos. A Cris sugeriu irmos até um bar muito giro que tinha aberto há pouco tempo e o pessoal concordou. Para não levarmos os carros todos, dividimo-nos por dois carros e por sorte, ou por azar, eu fui no banco de trás do carro da Cris, onde já estavam a Carol e o Rui. O carro era pequeno, era impossível não me encostar nele. Mal me sentei senti o calor das suas coxas atravessar o tecido fino do meu vestido, deixando-me com mais calor ainda do que já tinha. O seu olhar cruzou o meu e não consegui desviar o rosto, ficando hipnotizada. A Cris começou a conversar com a Carol e esta inclinou-se para a frente para poder ouvir melhor. A mão do Rui ficou apoiada no seu colo e eu vi um volume bastante acentuado, que ele tentava disfarçar com o casaco. Ele olhou para mim e deixou a mão descair lentamente até tocar na beira do meu vestido. Levantou-o um pouco e tocou na pele arrepiada da minha coxa, acariciando-a levemente, enquanto segurava o casaco por cima, para disfarçar. Fez-me uma série de carícias, que me deixaram arrepiada, até que chegamos ao bar. Eu saí disparada do carro, toda corada, sem acreditar naquilo. Que descaramento, com a namorada ao pé! Ao mesmo
tempo, o meu corpo inquieto pedia mais e mais carícias. Entramos no bar e fomos para uma mesa que ficava no fundo. As mesas eram compridas e com toalhas até ao chão e o ambiente era um pouco escuro. Eu fiquei ao lado da Cris e do namorado e de frente para o objecto do meu desejo. Pedimos as bebidas e o pessoal foi conversando animadamente. Ao fim de um bocado, sinto algo na minha perna e dei um pulo na cadeira, com o susto. Olhei em frente e o Rui olhava-me com um sorriso, fazendo sinal com o dedo para eu não dizer nada. O seu pé, descalço, percorria a minha perna, acariciando-a e subindo lentamente pela coxa. Eu senti falta de ar, não acreditava naquilo. Fiquei sem reação, enquanto o seu pé subia lentamente até encostar nas minhas cuequinhas ensopadas. De certeza que ele notava a humidade que escorria dela. Olhei para o lado a ver se alguém estava a aperceber-se do que estava a acontecer, mas estavam todos na conversa. O Rui ia conversando com eles, enquanto o seu pé roçava a minha ratinha em fogo. A sua mão empurrou um guardanapo de papel na minha direcção, discretamente. Abri-o e tinha escrito:
-Tira as cuequinhas, disfarçadamente! Vou apagar esse teu fogo!
Eu respirei fundo e olhei para ele, que acenava com a cabeça e empurrava com o pé. Eu estava tão fora de mim, que já nem sabia o que fazia. Fiz o que ele pediu, movimentando-me lentamente, enquanto os outros conversavam animadamente.
Coloquei as cuequinhas na mala e ajeitei-me no banco.

Logo senti o seu pé forçando-me a abrir as pernas e passando ao longo de toda a minha rachinha, para trás e para a frente, sem pressa. Eu agarrei no guardanapo e levei-o à boca, para disfarçar o meu esgar de desejo. O seu polegar encontrou o meu clitóris saliente e começou a brincar com ele, esfregando-o. Eu estava a enlouquecer com aquelas carícias e só tinha medo que alguém se apercebesse. Ele encostou o seu dedo na minha abertura e começou a furar a entrada, colocando-o dentro de mim. Ainda bem que a música estava alta, para poder disfarçar os meus gemidos abafados, que eu tentava controlar, mas não conseguia totalmente. Começou a penetrar-me com o dedo, para dentro e para fora, deixando-me louca. Ele olhava-me nos olhos e fazia sinal para eu não fazer barulho. Eu sentia um poderoso orgasmo a aproximar-se, sem o conseguir evitar. Tentei tirar o seu pé, mas ele não deixou e encontrando novamente o meu botãozinho, começou a apertá-lo entre dois dedos, esfregando-o, enquanto eu delirava e explodia num dos melhores orgasmos da minha vida, tapando a boca para não gritar. Espasmos poderosos invadiam o
meu corpo, que se convulsionava contra aqueles dedos habilidosos. Parecia que nunca mais parava de gozar. Ele enfiou novamente o dedo, para absorver um pouco do meu suco, que escorria para fora em grande quantidade. A Cris fez-me uma pergunta e nem sei como consegui responder, mas disfarcei. Ele tirou o pé, eu arranjei-me ligeiramente e olhei nos olhos dele. Ele estava afogueado, com os olhos turvos de desejo. Aquilo tinha mexido com ele, também. A sua mão foi até debaixo da mesa e voltou e vi-o colocar dois dedos húmidos na boca, chupando-os, enquanto olhava para mim. Eu não acreditava naquilo, tinha tirado um pouco do meu gozo do seu pé e chupava-o, deliciado, enquanto olhava para mim.
-As bebidas aqui são deliciosas, não achas? Nunca provei nada tão bom nos bares de Lisboa!
Eu fiquei sem fala. Ele era atrevido demais! Só me apetecia fazê-lo pagar na mesma moeda. Tirei a sandália, estiquei o pé e coloquei-o directamente em cima do seu pénis.

Ele estava a beber um gole da bebida e engasgou-se com ela. A namorada ficou preocupada enquanto ele tossia sem parar.
Eu ri-me baixinho, por essa ele não estava à esperava. Comecei a percorrer o seu mastro inchado com os pés, enquanto o via engolir em seco com o meu atrevimento. Esfreguei-o assim durante um bocado, olhando-o no rosto contorcido de desejo. Então tive uma ideia e falei:
-Acho que vou passar para esse lado da mesa. Sinto uma ligeira corrente de ar aqui e tenho medo de me constipar.
O pessoal chegou-se mais para o lado e sentei-me na ponta da mesa, ao lado do Rui. A seguir a esse lado da mesa, tinha uma placa divisória, por isso ninguém conseguia ver nada do que eu fizesse. Inclinei-me sobre a mesa e fui conversando com os meus amigos, enquanto a minha mão descia para o fecho das suas calças, abrindo-o lentamente. Enfiei a mão dentro e puxei aquele pénis intumescido de desejo para fora, aconchegando a toalha por cima, para ninguém ver o que se passava. Não era muito grande, mas mesmo assim enchia a minha mão. Estava quente e pulsante e uma humidade escorria na cabeça inchada. Acariciei a cabeça, apertando-a entre os dedos e senti o tremor do seu corpo. A namorada virou-se para ele e eu continuei a acariciá-lo. Ele gaguejou um bocadinho, enquanto respondia. A namorada olhou para ele:
-Estás suado! Ficaste com o rosto corado quando te engasgaste! Coitadinho do meu menino.
Ela deu-lhe um beijinho na boca e continuou a conversar com os outros. Eu olhei para ele e não contive um sorriso maroto, mal ela imaginava o que se passava por baixo da mesa! A minha mão desceu para as suas bolinhas e acariciou-as à vez, enchendo-as de leitinho. Agarrei o seu pau com força e comecei a esfregá-lo com mais pressão, para a frente e para trás, enquanto ele levava a bebida a boca para disfarçar o rosto que se contorcia de desejo. Acelerei os movimentos, enquanto ele tentava tirar a minha mão de cima dele. O sofrimento do seu rosto metia dó, estava quase a gozar e tinha medo que alguém desse por isso. Passei-lhe um guardanapo para a mão e apontei para baixo. Ele entendeu, colocando a mão com o guardanapo, por cima do pénis.
O seu membro enrijeceu mais ainda, acelerei os movimentos, apertando-o cada vez mais dentro da minha mão, até que senti os jactos de esperma a jorrarem com força.

Ele segurou o que conseguiu com o guardanapo, tentando não sujar as calças. Ele olhou para mim, com a boca aberta, com um grito mudo e apertou mais a minha mão contra ele, estremecendo de prazer. Estava a ter um orgasmo poderoso, eu conseguia senti-lo na maneira como o seu membro ainda pulsava contra a minha mão. Deixei-o acalmar os espasmos e retirei a mão, suja do seu esperma. Levei-a à boca, chupando o seu néctar. Tinha um sabor delicioso! Os seus lábios mexeram-se de modo que só eu entendi:
-Louca!
Eu estava louca mesmo. Já estava toda molhada novamente e sem pudor, agarrei na sua mão e coloquei-a directamente em cima da minha rachinha. Ele não se fez de rogado e enfiou dois dedos de uma vez, tirando-me a respiração. Foi fazendo um movimento de rotação esfregando as paredes da minha vagina.

Aprisionei-lhe a mão, apertando-a com as coxas. Ele ia conversando com os outros e dava beijinhos no pescoço da namorada, enquanto os seus dedos faziam magia dentro de mim. Ele encontrou o meu ponto G e foi esfregando-o sem parar, ao mesmo tempo que o seu polegar esfregava o meu clítoris, enquanto eu virava a cara para o lado, para ninguém perceber o meu rosto contorcido de gozo. Mais uma vez, senti um orgasmo a aproximar-se e deixei-me ir, apenas tapando a boca para não deixar sair os gritos. Apetecia-me gritar bem alto, aquele homem sabia bem o que fazia. Apertei a sua
mão contra mim e desfaleci contra os seus dedos mágicos, em espasmos contínuos. O meu orgasmo prolongava-se cada vez mais, enquanto ele continuava a mexer os dedos, sem parar. Eu vinha-me e vinha-me sem conseguir controlar-me. Acho que tive uns três orgasmos seguidos, sem ele tirar os dedos para fora de mim.
O meu mel escorria pelas coxas abaixo e eu sentia o cheiro forte de sexo a invadir-me as narinas.

Finalmente, desfaleci contra o banco, já sem forças. Bebi o resto da minha bebida de um trago e pedi outra. Ele levou a mão ao nariz e cheirou, fechando os olhos. Colocou os dois dedos que saíram de dentro de mim e chupou-os olhando-me nos olhos. Ao fim de um bocado, o pessoal resolveu ir embora para casa e terminou a nossa noite. Chegando a casa atirei-me para cima da cama, revivendo cada momento daquela noite louca e pensando naquele homem fantástico, que me deu prazer como poucos, apenas com as mãos e os pés.