NA TOMADA DO COMPLEXO DO ALEMÃO - DANCEI - PARTE 1

AUTOR: SÉRGIO SENNA

(História de uma policial Pfem)

Só agora eu me dava conta da burrada que tinha feito, tudo o que tinha aprendido de nada tinha adiantado, pois eu não usara no momento preciso, empolgada que estava pela excitação do momento. Mas não adiantava ficar me recriminando por uma coisa que não tinha mais jeito, era procurar uma forma de tentar pelo menos sair viva dali e seguir a vida da forma que desse, mas primeiro tinha que ao menos sair daquele socavão debaixo da terra no qual estava presa nesse momento.
Tudo começara somente há algumas horas quando eu soube que estava escalada pra fazer parte da operação que se chamaria A Tomada do Complexo do Alemão. Como sou Sargento não poderia me furtar e até me senti orgulhosa de participar, depois de toda equipada não hesitei em acompanhar os companheiros que não paravam de brincar comigo: - Pois não Sargento Jú, quais são as ordens? Ou então: - Sim Comandante Jú, a senhora quer que prendamos quantos? E assim as coisas iam se desenrolando até que chegou a ordem de invasão e partimos morro acima uns apoiando os outros, seguindo os carros blindados que abriam caminho.
Meus cabelos escuros saiam por trás do boné que usava e eu sabia que aquilo me dava um charme todo especial, o colete a prova de balas era desconfortável e não se ajustava muito bem em meus peitos que são médios, mas muito duros e pontudos, não falando que carregar aquela arma longa fazia de mim uma figura quase que dos filmes que costumava ver madrugadas adentro. A vida é assim mesmo um dia vendo a tv por fora e no outro dentro dela. Mas agora estava numa enrascada e não tinha a menor idéia de como sair dela, ia precisar de muita sorte, inclusive pra salvar a vida.
Tínhamos começado a invasão por uma rua larga que foi ficando estreita à medida que subíamos, até que os carros não puderam mais progredir e assim mesmo continuamos a subida, agora por vielas que mal cabiam duas pessoas lado a lado, minha patrulha foi progredindo e como estava já me sentindo um pouco cansada fui ficando pra trás, em um dado momento numa daquelas vielas me encostei numa porta e fiquei a respirar fundo, tomei um gole d’água e quando já pensava em continuar e me juntar ao resto da patrulha que já sumia bem à frente, a porta atrás de mim se abriu sem que eu notasse e uma coisa que eu não podia nem por sonho duvidar do que fosse, um cano de uma arma, se encostou na minha cabeça e uma voz dura falou no meu ouvido, baixinho:
- Quieta ou morre aqui mesmo!
Gelei!!!!! Mas não tive reação alguma, jamais podia esperar por aquilo... Não podia estar acontecendo comigo, tinha vindo ali preparada até pra entrar em combate, mas nunca pra ser feita refém ou prisioneira de traficantes cuja moral era nenhuma e a crueldade tantas vezes comprovada e cantada em versos e prozas. Senti uma mão grande pegar a gola da minha farda e me puxar pra dentro daquele casebre escuro e mal cheiroso, enquanto a outra me tomava a arma e logo depois puxava com brutalidade a pistola que eu levava presa na coxa. A partir daí foi tudo muito rápido, as ameaças de sempre, empurrões enquanto me levavam em direção aos fundos onde tiraram do chão uma tampa e descemos por uma escadinha rústica pra uma espécie de quarto escavado no chão, mas bem iluminado e até limpo se comparado ao piso de cima.
Notei que o que me tinha feito prisioneira não estava só, pelo menos mais um o acompanhava, pois ouvi a tampa se fechar novamente quando já me levava pra o centro do quarto onde tinha mesa, cadeiras, uma cama e num canto um monte de coisas amontoadas. Armas estavam encostadas na parede do outro lado e as minhas foram se juntar a elas. Da rua até ali não tinha ficado o menor rastro da minha passagem, por agora não seria encontrada de forma alguma pois a operação estava na fase de conquistar terreno e não de vasculhar o terreno conquistado, um tiro ali embaixo jamais seria ouvido. Isso queria dizer que estava por minha conta e risco, sem poder contar coma ajuda nem apoio de ninguém.
Fui empurrada de encontro a parede de blocos perto da cama e obrigada a ficar com o rosto bem encostado a ela, senti que chutaram minhas pernas para que as abrisse na posição clássica de revista, mãos me vasculharam o corpo em busca de outras armas e encontraram duas algemas que não tinha sido tomadas ainda, tiraram com violência o colete e pararam maliciosamente nos meus peitos demorando e apalpando sem pressa mas com alguma força, apesar da situação, senti que eles ficaram mais duros com aqueles toques, quando chegaram na altura da minha cintura e quadris apertaram minhas nádegas com força e apalparam minhas coxas, metendo a mão entre a parede e meu púbis apalpando minha xoxota, enquanto a outra entrava por minhas coxas e apalpavam minha bunda demoradamente, quis esboçar uma reação que foi logo contida por uma forte tapa na altura do pescoço. As mãos desceram pelas minhas coxas e pernas até as botas onde encontraram a faça que era minha esperança de fuga.
Me viraram de frente e só então pude vê-los, como tinha pensado eram dois, um negro que parecia comandar e um moreno, ambos grandes, fortes, bem armados ainda com pistolas e com minha faça na mão do negro que sorria com deboche, malícia e sadismo, tremi interiormente embora por fora não expressasse nada, nenhuma reação. Só então o negro falou, com voz grossa, sem expressão mas bem baixo, como se estivesse acostumado a mandar e não precisasse falar alto pra ser atendido, voz de comando, reconheci de imediato:
- Perdeu meganha! Nós vamos perder aqui, mas pelo menos você não vai ver isso acontecer. Você perdeu e perdeu feio!
Quis responder mas ele desferiu uma tapa tão potente no lado do meu rosto que escorreguei ao longo da parede e quase cai sobre a cama. O mundo rodou e meu rosto parecia que tava pegando fogo, mas me aprumei de novo, não iria dar a ela o gostinho de me ouvir pedir clemência, iria agüentar tudo calada e morrer com honra. Quis levar a mão ao rosto, mas ele segurou meu braço e balançou a cabeça negando. O moreno ria com deboche e apreciava a cena, nessa altura meu boné tinha voado e meu cabelo sedoso se encontrava soltos e espalhado nos meus ombros.
- Tira a roupa, vai! – Comandou o negro. – E vê se tira tudo pra não me fazer ficar mais zangado do que já tou... Vamú logo, dona meganha!!!! Mulher puliça! Onde já se viu? E mandou outra tapa que me fez ver estrelas, eu não queria, mas as lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto, mesmo sem que eu emitisse som algum. Embora ele falasse baixo o tom de comando continuava vibrando na sua voz.
Comecei a tirar a farda ainda meio tonta e sem saber direito o que tava fazendo, sabia somente que não podia deixar de obedecer as ordens que ele desse, eu não queria apanhar de novo, meu rosto pegava fogo no lugar das bofetadas e pra me apressar ele me deu mais uma tapa que me fez vacilar já que tava com as mãos ocupadas tirando os braços da blusa. Tentei passar a mão no rosto pra diminuir a dor, mas novamente ele só balançou a cabeça e me disse com voz mais baixa ainda:
- Cala a boca, não é hora de chorar ainda... Deixa pra berrar quando chegar a tua hora de morrer, porque você vai morrer... Sabe. Não sabe?
Continuei a tirar a farda ficando só de calcinha e soutiã, seu olhar analítico não desgrudava de mim, mas eu não sabia o que viria a seguir e só ao baixar a vista levei mais duas tapas uma em cada lado do rosto, não consegui conter um gritinho de susto. E ele riu mais alto.


- Pelo que vejo a puliça é surda! Eu disse tudo, anda, vá logo... – E enquanto eu levava a mão às costas em busca do fecho do soutiã ele se aproximou de mim e com minha faça cortou com habilidade a lateral da minha calcinha e logo depois do outro lado também, as alças desabaram e ficou presa só pela minhas coxas, mas com a frente toda caída, meus pentelhos apareceram escuros e aparados, sensuais. O soutiã pendia da minha mão e meus peitos estavam duros e erguidos com o bico apontando pra eles em linha reta.
Notei que seus olhos mudaram me apreciando, avaliando como se eu fosse uma mercadoria rara, fechei os olhos não querendo ver aquilo e levei outra tapa, dessa vez na parte do quadril que estava exposto, nem me mexi pois sabia que seria pior, o negro estendeu a mão e acariciou de leve meu peito esquerdo, sua mão subiu desde a base até o bico onde mexeu pra lá e pra cá numa carícia até sensual, chutou de leve meu tornozelo pra separar minhas pernas e a frente da calcinha arriou de vez ficando pendurada apenas pela parte de trás que estava metida nas minhas nádegas.
Ele se abaixou na minha frente e ficou apreciando minha xoxota a apenas um passo de distância, se não soubesse que iria morrer, seria até excitante, mesmo assim e contra a minha vontade comecei a umedecer, senti que pouco a pouco aquele famoso líquido que indica que estamos prontas pra levar vara, começou a me molhar por dentro e até a querer sair, ainda agachado ele levantou a mão e pegou com alguma rudeza na minha coxa, tremi por inteira e ele notou, levantou o rosto pra olhar dentro dos meus olhos, ainda apertando minha coxa e com a outra mão apalpando meu peito disse ainda baixinho e com voz profunda:
- Tu vai morrer mesmo meganha, e tu sabe disso, mas é um esperdício deixar uma tesuda dessas morrer sem poder mostrar tudo o que pode fazer de bom, olha como a pele e lisinha... como os peitos são duros! Como a carne é firme... Vou te dizer, você vai ser um fodão! Mas será que vai dar conta de nós dois?
- Não faz isso comigo! – Implorei sem consegui desviar meus olhos dos dele. – Pode me matar, mas não faz isso...
- Você vai gostar, sei que vai, todas gostam, e quem sabe se você até não compra a sua vida... Tudo vai depender de você, e só de você!
- Mas não quero viver assim, me mata logo e acaba com isso de uma vez. Só não me torture!
- Ah! Então tem medo da dor é? Mas quantos de nós você mesma já não muquiou de pancada quando prendeu, hem? Agora é sua hora de tomar uma dose do seu remédio, e não chore que não vai adiantar nada.
E apertou os dedos que pareciam tenazes na minha coxa provocando uma dor lancinante que me fez inclinar pra frente e gemer, mas ele não afrouxava os dedos e a dor continuava aumentando e eu gemendo mais alto, sem poder me conter. Parou de repente e a dor começou a ceder, sem nenhum aviso levantou a cabeça e começou a lamber perto da minha virilha, respirava fundo e o ar quente aquecia meu grelo, súbito passou a língua bem no grande lábio da minha xoxota e a dor da coxa junto com a carícia fizeram seu trabalho, minha excitação disparou farta e convulsa, me molhei mesmo.


Virei a cabeça pro lado, não queria ver o que ia acontecer comigo, eu me repudiava por estar aceitando passivamente, praticamente sem reagir aquele ultraje, aquilo me dava nojo mas ao mesmo tempo me excitava, então o moreno que também estava perto me soltou uma tapa no rosto e falou:
-Tá virando a cara porque? Será que não ta gostando do que ta vendo? Onde já se viu meganha não gostar de putaria? Vocês são todas putas mesmo!
Meu rosto estava afogueado das tapas e da excitação, mas eu não queria aceitar uma coisa que tava acontecendo comigo, a dor me dava tesão, um tesão desenfreado que eu não controlava, que fugia das raias da normalidade, um tesão animal, selvagem! Apesar da dor e de saber que estava em sério perigo de vida, eu sentia um tesão avassalador, que me dominava por inteira e a cada tapa que tomava mais aumentava. Eu me considerava até aquele instante uma mulher normal, tinha nos meus vinte e dois anos de vida, tido alguns casos amorosos nos quais em um deles, até dei de presente minha virgindade, isso há um ano e pouco atrás, dai pra frente, vida normal, umas transinhas de vez em quando só por sexo mesmo, sem nada de especial. Tanto que minha bunda sempre tão cobiçada por ser dura e empinada, sempre tinha sido pedida, beijada e até muito lambida na tentativa da conquista, mas eu nunca tinha me sentido excitada o suficiente e nem me atrevido a experimentar dá-la pra ninguém.
O hálito quente do negro em meu grelo me fazia molhar ainda mais e agora a sua língua atrevida passeava por meus grandes lábios lentamente e vez em quando lambia o pinguelo me dando arrepios que eu não conseguia disfarçar. Sabia que ele notava que estava me excitando e não me chupava, só lambia e lambia, num nunca parar aumentando minha excitação e tortura, enquanto isso o moreno pegava nos meus peitos e apertava de leve os biquinhos escuros que já doíam de excitação, sem falar nada pegou meus braços e os cruzou nas minhas costas, me apertou contra a parede com seu antebraço na altura da minha clavícula e baixou a boca começando a chupar meus peitos a princípio bem de leve e aumentando com pequenas mordidas que doíam um pouco mas também serviam pra me fazer dar pequenos gemidos que nem eu sabia se era de prazer ou dor.
O negro então olhando pra cima e vendo o moreno pegar o bico do meu peito com os dentes e o esticar, meteu a língua na minha xoxota bem fundo, molhei de vez sem poder me conter e gemi alto, não me controlava mais e jogava os quadris pra frente em busca de uma penetração mais profunda daquela língua endiabrada, que me transtornava e fazia ter desejos mesmo na situação em que me encontrava, as mãos que me apertavam as coxas subiram pra bunda e separavam minhas popas as arreganhando até não poder mais, dedos deslizavam por meu rego chegando à entrada do meu cu que esticado, não podia se contrair, embora tentasse. Mas não entraram, ficam na portinha alisando e tentando entrar mas quando começavam a penetração, paravam e voltavam aos agrados, molhavam-se no líquido que escorria copioso da xoxota e voltavam ao rego da minha bunda cujo prêmio parecia ser a excitação do meu cu.
Eu perdia momentaneamente o controle de mim, mas o readquiria logo após, queria viver ainda, mas sabia que tudo dependia do que viria logo a seguir, um momento ditava o momento seguinte e minha vida dependia de minha atitudes imediatas, as que eu tomasse no minuto seguinte, não podia nem pensar em encetar uma tentativa de fuga ou qualquer outra reação, tinha que me deixar levar, não importa o que acontecesse, o mais importante era continuar viva. Com esses pensamentos me martelando o cérebro, me deixei levar pelas sensações do momento e procurei viver a parte boa de tudo aquilo já que da parte dolorosa, eu não poderia me furtar a viver, de forma alguma.
A maçã do meu peito explodiu em dor me trazendo de volta à realidade quando o moreno cravou nele os dentes com força e segurou me fazendo gritar e debater, tentando mas sem conseguir, soltar os braços que ainda estavam cruzados entre meu corpo e a parede. Meu grito de dor fez o negro rir maliciosamente e tirando a boca na minha xota disse:
- Já ta gritando e ainda nem começou, hem?
Com isso o moreno se sentiu liberado pra fazer o que quisesse e mordeu meu outro peito com mais força ainda me fazendo gritar novamente, com a mão livre deu mais duas tapas no meu rosto que já tava pra lá de ardendo com os anteriores, mas notei que tinha cuidado pra não bater na minha boca nem no nariz, não queriam tirar sangue de mim e aquilo me deu esperanças de sair viva dali mesmo que viesse a sofrer muito, com esses pensamentos me dispus a cooperar em tudo o que pudesse pra não incentivar a violência deles e preservando minhas forças pra alguma chance que aparecesse.
Ele chupou meus peitos por um tempo, passava a língua neles todo e depois se concentrava nos biquinhos que de tão tesos apontavam pra o alto, aquilo era ótimo e a excitação crescia em mim a níveis incontroláveis, além disso, o outro não parava de chupar minha xoxota com uma perícia que ia muito além de qualquer comentário, a língua endiabrada passava por meus lábios vaginais e penetravam na gruta molhada, logo depois estava forçando meu cuzinho tentando se enfiar lá, eu contraia e ele voltava passando pela minha gruta e indo até o grelo, num nunca acabar com aquele suplicio que estava me levando mesmo que sem que eu o desejasse pra perto do gozo, eu já jogava minha pélvis contra a boca dele pra que entendesse o que eu queria e não parasse, mas... ele parou!
- Vamos ao que interessa mesmo! – Falou o negro se levantando e com isso fazendo com que o outro se afastasse de mim. Foi até o monte de tralhas que tinha no canto de onde tirou um pedaço de corda que trouxe enrolada.
- Vira cachorra! – Comandou voltado pra junto de mim. –Vai me amarrar. – Pensei.
Olhei pra ele sem entender o que queria e só por demorar tomei um bofete. Como não estava esperando, gritei de dor enquanto ele ria. Me pegou pelos cabelos e me afastou da parede cerca de um metro me virando de frente pra ela, mandou que eu encostasse os braços nela e encostasse a testa nos punhos, com isso fiquei inclinada com a bunda arrebitada pra manter o equilíbrio e assim, bem exposta, chutou meus tornozelos me fazendo abrir as pernas e minha exposição foi total como se isso ainda fosse possível, minha bunda e xoxota estava bem à mostra e abertas, mesmo naquela situação senti vergonha. Eu estava com os olhos fechados não sabendo o que viria a seguir mas, com a certeza de que não seria nada bom. Ele chegou bem junto ao meu ouvido e disse como se não tivesse a mínima
importância:
- Gritar até que pode, mas se se mexer, eu dobro o castigo, sacou? Sempre quis fazer isso com um meganha. Fazer ele provar do que fazem com a gente quando nos seguram! E se fizer um escândalo grande demais mando atirar no teu joelho, ai vai ficar linda, uma puliça até bonitinha numa cadeira de rodas. Rsrsrs!
Essa frase me deu novas esperanças, então iam me deixar viva. Eu me preparei pra o que viria, não sabia o que era, mas que seria doloroso já tava visto pelas advertências que ele me fazia. Sua mão grande deslizou pelas minhas costas nuas e chegou na bunda onde ficou brincando nas nádegas, abria-as expondo totalmente meu cu e forçava, fazendo com que se abrisse um pouco apesar da força que eu fazia pra mantê-lo fechado e voltava a fechar, deu pequenas palmadas que apenas fazia com que minha pele morena e bronzeada se arrepiasse e ardesse um pouco, depois pegou a corda na dobra ficando com as duas pontas livres e as colocou perto do meu pescoço, elas deslizaram por minhas costas até as nádegas, fez isso mais algumas vezes e depois, de súbito parou, só se ouvia na sala o seu risinho debochado.
Afastou-se um pouco e sem o menor aviso caiu a primeira chicotada nas minhas costas, uma dor brutal me dominou e gritei um “Aaaiiiiiii” angustiado, mesmo sem querer, as lágrimas saltaram dos meus olhos e caíram no chão, nem tive tempo de me recompor e outra chicotada estalou quase no mesmo lugar da anterior, na altura dos ombros... um outro grito só que dessa vez mais prolongado. Daí em diante os golpes caiam com regularidade sobre os meus ombros, costas e nádegas e a cada um deles era acompanhado de um grito de dor meu e uma risada sádica do meu algoz, depois de mais algumas ele parou e me perguntou com deboche:
- Então... quantas já tem?
Eu estava impossibilitada de responder pelos soluços e permaneci calada, ele tomou meu silêncio como uma afronta e desferiu um golpe que arrancou de mim o meu mais angustiado grito de dor, a corda caiu com muita força sobre minhas costas e a ponta atingiu a parte fina da pele no início do meu seio, me contorci e cheguei a levantar uma das pernas, eu não tinha mais costas, tudo era rios de dores e queimaduras, tinha a impressão de que minha pele tinha sido arrancada, mas não sentia escorrer sangue e por isso sabia que eram só vincos provocados pela corda, ela não cortava, mas assava. O riso que os dois deram e que acompanhou a chibatada não vou esquecer jamais.
- Acho que a puliça não sabe contar ou então ta querendo tirar uma de durona... Com essa ai, quantos já forram? – Perguntou de novo, enquanto o moreno continuava rindo e chegando perto de mim abriu minha bunda e perguntou se o preto não ia acertar uma na minha xoxota. Tremi interiormente pois sabia o quanto aquela região é sensível, por isso me apressei em responder com voz entrecortada pelos soluços, mas a voz saiu baixinho me traindo.
- Dez. Fooram deeezz!!!! Nesse momento eu tinha nas costas vinte rios de dor, que me queimavam a pele de uma maneira que nunca julguei que eu fosse aguentar.
- Hummm! Eu acho que a pulica ainda não ta bem mansa, tem que tomar mais pra aprender a ser uma boa mulher, quer experimentar Pezão? – E desferiu mais uma chicotada que atingiu minhas nádegas e coxas. – Veja que não sabe contar até dez... Tinha era nove, tem dez agora.
- É me deixa mostrar a ela o que sente os nossos quando os meganhas pega eles.
E passando pra o outro lado se preparou pra me acoitar, eu o via pelos cantos dos olhos já que ele estava em pé à altura dos meus ombros, agora as chicotadas viriam de cima pra baixo e as pontas da corda que estava dobrada em duas pegariam nas minhas costelas, barriga, bunda e talvez até nas coxas. A primeira que ele deu me causou uma dor descomunal e eu gritei bem alto, as pontas pegaram nas minhas costelas e eu pensei que as tinha quebrado, ouvi de longe a risada do negro que eu ainda não sabia o nome. Me contorci e tentei sair soltando uma das mãos mas veio o ordem:
- Se ela tirar as mãos da parede de novo, dá um tiro no joelho. Ai que quero ver como vai ser pra ficar num pé só, vai ficar em pé só com uma perna é?
A segunda chicotada do moreno pegou nas minhas costas e bunda, ele batia com mais força que o negro e os vincos da corda eram muito mais doloridos, outro grito de agonia, aquilo parecia que não ia acabar nunca, eu não agüentava mais em pé, minhas pernas tremiam e o suor escorria pelo meu pescoço se misturando com as lágrimas, eu toda era uma chaga de dor, caiu outra e eu senti que escorreguei um pouco pela parede, corrigi a posição logo que pude, com medo de tomar um tiro como estava prometido, pois até ali eles tinha cumprido tudo o que tinham prometido, outra chicotada e uma dor lancinante me assaltou o corpo já tão sofrido, as pontas da corda tinha pegado nas minhas coxas, perto da xoxota e ali a pele é bem fininha, eu gritei mais alto e me contorci toda tentando amenizar uma dor que não podia ser amenizada porque logo outra cordoada atingiu meus ombros.
Agora os vincos se sobrepunham aos que já existiam nas minhas costas, se entrecruzando num emaranhado de rios de dor, pra mim a minha pele das costas estava em tiras, não existia mais, tinha sido arrancada pela corda, e era tão bonita, eu tinha tanto orgulho da minha cor morena, bronzeada com carinho e esmero nas areias de Ipanema, será que algum dia eu teria a coragem de mostrar minhas costas numa praia novamente? A corda abraçou meu corpo e me atingiu meu peito, bem perto do bico e a dor me fez sapatear remexendo os quadris numa dança sensual, mas atroz, dos gritos que dava já nem falo, eram gemidos lancinantes, verdadeiros uivos. Ele baixou o lugar onde batia e agora me castigava as nádegas e coxas, minha carne toda tremia e eu sentia que não estava suportando mais, aos poucos fui escorregando pela parede e ficando de cócoras, só então o castigo parou e ele se virando pra o negro perguntou com absoluta indiferença levando a mão à cintura:
- Já posso dar uma tiro na cabeça dela e acabar com isso?
- Espera um pouco, ainda não acabei com ela, esperdiçar tanta carne num tempo de tanta fome é um crime... e tu já viu a bunda que ela tem? Muito gostosa!
- Hehehehehehe! – Debochou o moreno, entendendo a intenção do negro. E enquanto iam conversando se aproximaram da mesa onde beberam água, eu tremia de sede mas não me atrevia a pedir, só queria mesmo é que eles me esquecessem, pelo menos por um tempo, enquanto as dores diminuíam, não sentia sangue escorrendo, prova de que eu não estava seriamente ferida, só um ardor intenso ainda me dominava.
- Esse exercício todo me fez foi ficar com vontade de dar uma cafungada! Vamos meganha, deixa de fazer fita que tu nem ferida tá, levanta daí e vem beber uma aguinha e agradece a Deus e ao Jota por tu ainda tá respirando, se fosse por mim a coisa não era assim... – Falou o moreno enquanto se dirigia pra um armário que tinha num dos contos, abri-o, pegava um saquinho plástico com um pó branco dentro, e voltava pra mesa:
- Véio, essa colombiana é de fuder!!! O cara endoida mesmo!
Pouco a pouco fui me levantando ainda de frente pra parede, sentia o olhar dos dois na minha bunda e apesar da dor, senti vergonha, estendi a mão pra pegar a blusa que estava jogada nos pés da cama ao meu lado quando o negro falou:
- Nada disso, vem nua se quiser água, é pra disfilar pra gente, cachorra! E tem que requebrar a bunda, senão não ganha água e ainda te dou bolacha! Eu não podia me dar ao luxo de não beber alguma coisa pra não desidratar e me preservar pra uma oportunidade de fuga, precisava estar em bom estado físico, por isso apesar da dor e da vergonha, fiz o que mandaram e com isso ganhei um copo d’água que bebi com indisfarçável sofreguidão, nem eu sabia que estava com tanta sede e nem jamais uma água me pareceu tão gostosa, sem saber o que fazer ou ter pra onde olhar, baixei a vista e permaneci em pé junto da mesa, pra quem não soubesse o que tava acontecendo parecíamos um grupo de amigos batendo papo, só que eu estava nuinha. Como eles estavam na minha frente eu olhava bem pra cintura dos dois de onde sobressaia o volume das pistolas e na frente um outro volume que eu sabia bem o que era, eles estavam de pau duro, com tesão e eu bem que sabia o porque.
O moreno fez duas carreirinha com o pó e usando um canudo cheirou uma carreira em cada narina e passou o saco pra o negro que fez o mesmo, os dois então olharam pra mim e o negro fez novamente mais duas carreiras e disse:
- Vai puliça, cheira também que é pra tu ficar doidona!
Balancei a cabeça numa negativa tímida.
- Eu não gosto, eu nunca cheirei isso... por favor!
Ai o negro explodiu:
Eu não tou te oferecendo, sua puta! Eu tou te mandando cheirar essa merda, e anda logo antes que eu te faça comer esse saco todo! Tá pensando o que, hem? E me imitou: - Eu nunca cherei isso... vê se pode? Daqui a pouco vai até dizer que não conhece o pó! – E se virando pra o outro: - Cuida disso, porra!
Depois da cheirada que eles deram eu notei que o volume tinha crescido assustadoramente nas suas calças, a ereção se fazia bem mais visível agora e aquela situação inusitada só contribuía pra aumentar o grau de excitação, inclusive em mim, que começava novamente a me molhar, ainda mais agora quase sendo obrigada a cheirar cocaína, uma coisa totalmente nova pra mim, era uma viajem ao desconhecido e aquilo trazia consigo uma carga grande de excitação, sem falar nos dois paus duros ali na minha frente.
O moreno chegou por trás de mim e sem procurar disfarçar encostou a caceta na regada da minha bunda, embora estivesse de calça eu senti toda a dureza dele e me abraçando pela barriga com a outra mão me fez inclinar pra frente em direção as duas fileiras que me esperavam sobre a mesa, com minha cabeça presa não tive escolha e embora hesitante cheirei a primeira carreirinha, tossi um pouco sufocada e cheirei a segunda, foi como se uma bomba explodisse dentro da minha cabeça, comecei a ficar tonta e uma dormência foi me tomando, senti a mão na minha cabeça afrouxar a pressão mas voltou a apertar quando ele viu que ainda tinha sobrado um pouco, desencostou de mim, levou o mão pra trás e passou o dedo na minha xoxota, molhando bem, como estava inclinada pra frente, ele não teve dificuldade nenhuma e passando o dedo sobre a droga que tinha ficado sobre a mesa o melou e puxando meu cabelo meteu o dedo na minha boca e esfregou na minha língua e gengivas, senti um formigamento tomar minha boca e enquanto isso ele se apertava desavergonhadamente em minha bunda novamente, me impedindo qualquer movimento de reação.
Fiquei por longos momentos naquele incomoda posição, e só aos poucos ele foi me levantando enquanto a mão, que estava em minha barriga subia pelo corpo e chegava aos meus peitos, onde ficou acariciando, apertando de leve os bicos, as popas da minha bunda agora em posição normal apertavam a cabeça do cacete que embora forrado pela calça se encontrava bem duro e na porta do meu cu, aquilo somado à dose de droga que eu tinha sido obrigada a tomar tava me dando um tesão que nem meu medo de morrer controlava. Mas, com esforço me controlei e nada fiz que pudesse provocar motivo pra que me torturassem novamente, ele se afastou um pouco de mim e mexeu na calça, quando voltou a se encostar, trazia na mão a caceta agora sem a proteção da roupa e a colocou entre minhas coxas bem rente as popas da bunda, me pegou pelos quadris e me levantou um pouco do chão, tirando parcialmente meu apoio e me fazendo arrebitar a bunda pra trás, senti que ia me comer assim e esbocei uma reação débil, mas que só serviu pra me fazer abrir um pouco mais as coxas enquanto ele se encostava de vez em mim, por sorte a cabeça da pica deslizou entre meus molhados lábios vaginais e apareceu rubra junto aos meus aparados pentelhos, errando por pouco a entrada da minha xoxota somente devido a uma contração que fiz na hora certa.
Embora eu estivesse com um tesão que me dominava por inteira, não queria ser currada por aqueles marginais, preferia escolher eu mesma o cara pra quem eu abriria as pernas , ai sim de uma forma despudorada e nunca antes vivida, mas tinha consciência que aquilo tudo era só um sonho bom, a realidade era bem outra e estava ali à minha frente pra ser vivida por mim com toda a sua crueza, sem subterfúgios, iria, quisesse ou não ser estuprada por aqueles dois traficantes, que eu tinha a missão de prender e que por um capricho do destino, tinham me prendido. O negro só olhava e ria de uma maneira condescendente, como se estivesse se divertindo com a tentativa mal sucedida que o moreno fizera.
- Por favor, não faz isso comigo... Me mata logo, mas não me estupra! – Pedi agoniada pressentindo o que estava por vir.
- Então a vagabunda quer mesmo morrer? – Perguntou o negro! – E se a gente te comesse de tudo quanto é jeito e depois te matasse, não seria melhor? Pelo menos tu morria satisfeita de ter gozado um bocado! Morria mais leve...
- Não moço! – Implorei. Mesmo sabendo que não adiantava nada as minhas súplicas.
- Ah! Então não, hem! Prefere então levar uma bala e bater as botas sem dar umas gozadas... Sendo assim acho que vou satisfazer a tua última vontade, mas é uma pena porque tu parece que tem uma quantidade bem grande de gozo guardada dentro dessa buceta e desse cuzinho, pelo menos quando chupei o gosto até que era bom! Não comparado as neginhas aqui do morro, mas era bom! – E dizendo isso levou a mão à cintura, puxou a pistola que eu identifiquei na hora como uma Browning e manobrou com o ruído característico, colocando uma bala na câmara, fechei os olhos pra não ver o que iria acontecer mas, mesmo assim, ainda tive tempo de ver o olho negro da arma procurando a minha cabeça, enquanto tudo isso acontecia o moreno não parava de se mexer fazendo deslizar a pica da minha bunda passando pela porta da minha buceta que estava toda melada e aparecendo a cabeça lá na frente, eu estava praticamente montada nela, e como era grossa!
Aqueles segundos pareceram uma eternidade, nunca o tempo demorou tanto a passar, quando eu pensei ouvir o tiro que poria fim a minha vida ouvi o moreno falar bem alto:
- Espera cara, não faz isso! Olha que eu estou aqui atrás, não mata ela ainda. Isso podemos fazer na hora que quisermos, e olha que ela não tem escolha mesmo, faz o que a gente quiser e pronto.
Abri os olhos e o olho negro da arma estava apontada pra minha testa, sem o menor tremor da mão que a segurava e por cima da arma os olhos desapiedados, frios, despidos de qualquer sentimento humano, olhos de quem está acostumado a matar com frieza como se aquilo fosse igual a uma outra coisa qualquer. Ele franziu a testa e pareceu sair do transe que a minha quase morte o tinha lançado, hesitou um pouco e devagar foi baixando a arma, eu comecei novamente a respirar e a viver, tinha morrido nesses poucos segundos e agora ressuscitava, jamais tinha estado tão perto do fim da vida como naqueles instantes. Ele baixou a cabeça e disse devagar:
- Verdade, essa puta faz o que a gente quiser que ela faça, por bem ou por mal, na porrada. Então pra que acabar logo com a diversão?
Senti o moreno relaxar nas minhas costas, as mãos que seguravam meus quadris tinham se crispado, mas agora voltavam a descer por minhas coxas, lentamente, e a pica na qual eu estava montada se recolheu até as popas da minha bunda e voltou a deslizar pela porta na xoxota reaparecendo junto ao meu grelo. Apoiei as mãos na mesa pra ter mais equilíbrio e fechei de novo os olhos, sentindo o sangue correr nas minhas veias com um gosto diferente, com sabor da vida. O negro tinha se abaixado um pouco e agora fazia outra carreirinha de pó, cheirou, é verdade que o perigo só aumentava com eles drogados mais eu não podia fazer nada quanto a isso, o máximo que faria era evitar provocá-los pra não viver outra situação como a que tinha vivido há poucos segundos atrás por, isso me dispus a seguir a maré dos acontecimentos pra salvar a vida a qualquer custo. Afinal não estava em condições de exigir nem impor nada.
O moreno foi me puxando de costas em direção a cama sem se desgrudar de mim, e ao chegar junto dela fez com que eu apoiasse as mãos no colchão ficando bem inclinada, me abriu as pernas com seus pés, senti que ele se posicionava de forma a poder tirar a sua roupa


a bomba relógio que tinha no meu ventre tinha sido ativada pela cheirada da coca e agora estava prestes a explodir, eu sentia uma excitação sem limites apesar da minha situação delicada, vivia cada uma das partes distinta uma da outra, estava já desejando ser possuída de todas as formas e fosse por quem fosse, mas não fiz nada que denunciasse meu grau de excitação, senti a cabeça da pica se encaixar bem no buraquinho da entrada da minha xoxota e ele me segurar firme nos quadris, forçou um pouco e minhas bandinhas se abriram um pouco, mas ele parou e ficou só alisando minha bunda com as mãos, devagar, mas com firmeza, querendo me transmitir o poder que tinha sobre mim.
Virei um pouco o rosto e vi o outro na mesma posição anterior, com a cabeça abaixada e as mãos que ainda seguravam a pistola, sobre o tampo da mesa, parece que meditava se tinha agido certo em me poupar momentaneamente a vida, estava alheio, desligado do que se passava à sua volta, enquanto o outro se
aproveitava pra tentar me penetrar, mesmo assim eu notava uma certa indecisão, como se estivesse esperando alguma ordem ou consentimento. Mas, como nada era dito, ele demonstrava querer continuar e eu com um misto de medo e tesão somente esperava, quieta, mas desejando que ele socasse logo aquela pica em mim, pois o meu baixo ventre parecia que ia explodir de desejo de ser comida, pouco a pouco ele forçava e eu sentia que a cabeça da pica me abria mais, então, ele recuava, avançava de novo e me penetrava mais um pouco e tornava a voltar, a cada vez um pouquinho mais avançava pra dentro de mim, mais era tão pouco que e glande nunca saltava pra dentro de verdade.


Era bem grossa, isso eu sentia devido a dificuldade em entrar a cabeça, e o tamanho também não era pequena pois antes quando ainda encostada na mesa sentia que ela aparecia na frente, eu a queria e ao mesmo tempo tinha medo, sentia a cabeça macia alargando pouco a pouco a entrada da minha xoxota e ao mesmo tempo tão dura que me fazia temer o momento em que saltaria pra dentro de mim mas o desejo era maior que o medo e pouco a pouco fui me soltando e demonstrando que queria que ele enterrasse tudo aquilo em mim, dava pequenas mexidas com a bunda e me jogava vagarosamente contra pica como se apenas estivesse me ajeitando melhor, mas queria mesmo era que ele metesse logo.
Aquela tortura agora deliciosa continuou por um tempo até que eu não suportei e intensifiquei meus movimentos não aguentando esconder mais o que queria, mas ele me segurava ainda firme e não metia, como se estivesse esperando o consentimento do outro, que continuava lá na mesa. Numa dessas vezes em que ele vinha de encontro a mim me joguei contra ele e senti como se estivesse sendo rasgada ao meio, uma dor bem forte me dominou, mas aquela chapeleta imensa tinha saltado pra dentro de mim e agora se encontrava agasalhada no interior na minha bucetinha que jamais seria a mesma depois daquela metida, também quem mandou em me jogar contra a pica?

CONTINUA....

REALIZANDO A MINHA MAIOR FANTASIA SEXUAL COM A DRA LENA - PARTE 3

 AUTOR - THÉO

Coloquei ela de barriga pra cima, fui puxando sua calcinha, quando descobri sua bucetinha, eu podia ver ela toda babadinha, não ia ser nada difícil entrar naquela melação, mas antes, ergui bem suas pernas até seus joelhos tocarem seus peitinhos, assim sua bucetinha ficou bem exposta, seu grelinho parecia uma língua, sim, parecia uma pessoa dando língua, me abaixei e dei um beijo em sua xaninha e ela deu um gemido, tentei tirar a boca de sua xaninha, mais fui forçado a voltar a chupar ela, aí ela, com minha boca grudada em sua xaninha disse:


                        http://24.media.tumblr.com/a500144b00b6d04399038d13f7065cbe/tumblr_mfao36Og8t1qgl5swo1_500.gif
---Chupa gostoso, não pára que vou gozar na sua boca, depois......... depois você fode esta xaninha, pode foder ela até deixar ela toda assadinha!!!

Seria impossível assar aquela xaninha com aquela quantidade de melado, mas fiz o que ela mandou e passei a chupar ela bem de leve, passava a língua desde o inicio da racha da sua xaninha,  indo parar em cima do seu grelo, ela dava pulinhos na maca, seus gemidos iam aumentando a intensidade, não demorou muito e ela gozou, gozou apertando a minha cabeça contra sua buceta e dando gemidos fortes. Antes que ela acabasse seu gozo, seu corpo ainda tinha tremores do gozo, pincelei a cabeça de meu pau na portinha de sua grutinha, ela protestou dizendo:

---Ainda não...aqui .....não, por favor...sou escandalosa......!!!

Neste momento, resolvi que era hora dela parar de me comandar e disse:

---Vou foder você aqui sim, Dra e você vai gozar com meu pau na sua bucetinha e vai gozar sem fazer escândalos!!!

Ela fez carinha de dengo e falou bem assim:

---Você me desmonta cara!!!E se eu gemer alto???

---Meto sua calcinha na sua boca, pra seu gemido não sair!!!

Eu jamais faria isso, detesto violência e um gemidinho no pé do ouvido, é mais que tesão, é afrodisíaco puro, então como ela estava, com as pernas erguidas, puxei ela mais pra beirada da mesa, era delicioso ver aquela bucetinha carequinha toda exposta daquela forma, toda oferecida ao meu prazer, peguei no meio do meu pau com a mão direita, com a esquerda fiquei alisando a sua barriguinha batida, nem parecia barriga de uma mão de dois filhos, fui fazendo um carinho na barriga, com a outra pincelei o pau de seu cuzinho até seu grelinho, voltei pincelando de novo e ao chegar na abertura de sua rachinha, fui forçando a entrada, ela deu um gemido e disse:


                                      
---Ai...ai...tou com medo disso tudo,acho que não cabe, se eu gritar tapa minha boca, não posso fazer escândalo aqui, o que vão pensar de mim!!!

Agora a cabeça do pau buscava a abertura do seu túnel do prazer, quando a cabeça entrou todinha na grutinha dela, ela tremeu todo seu corpo, sua barriguinha toda arrepiou, tirei então o pau, ela deu dois gemidinhos de reprovação por ter tirado o pau de sua bucetinha, voltei a forçar a entrada desta vez entrei mais de 5 cm, senti seu quadril vir de encontro ao pau, então forcei e entrei uns 17 cm, ela deu urro e junto veio a seguinte frase:

---Nossssaaaaa.......Deuusssss.....isssoooo ta me queimando por dentro, que pau quente....quentinho.....deixa ele aí pro resto de minha vida, aaiiii que gostoso sentir ele todinho atolado em mim, enfia mais....vem, enfia....coloca ele todinho em mim.


Realmente ela estava decidida a suportar todo meu pau nela, então fui tirando e enfiando de volta, quando enfiava de volta, entrava um pouco a mais do que tinha tirado, quando meu saco encostou seu cuzinho ela disse:

---Nossa......senti seu saco bater na portinha de meu cusinho!!!Jura que eu estou com todo ele dentro de mim???

Então tirei todo o pau dela, pra ela ver ele todo meladinho, ele estava todo branco da secreção vaginal dela, ela olhou nele todo lambuzado, dei a volta na maca e coloquei o pau em cima de seus lábios, acho que agora ela estava mais relaxada, nem se lembrava de onde estava, abocanhou meu pau, a cabeça sumiu dentro de sua boca, quando ela tirou ele da boca, aquela parte da cabeça já estava limpinha,então levantei ela, levei ela de frente para parede com os braços erguidos como se eu fizesse uma revista policial nela, assim voltei a penetrar ela por traz, tinha momentos que parece que ela ia subir a parede afim de escapar das estocadas que agora eram mais forte, ela então passou a gemer, este gemido de agora era mais forte, mas eu não me importava, bombava mais rápido e forte, indo bem fundo nela, ela se virou pra mim, eu achando que ela queria um beijo, mais ela falou quase que dentro da minha boca:

---Peeeggaaa....minha calcinha....!!!

Procurei a calcinha dela, a gente nunca acha esta peça, nunca sabemos onde ela foi colocada. Quando encontrei a mesma, ainda úmida entreguei a ela, ela fez um trouxinha com aquele pedacinho de pano e disse:

---Enfia ela na minha boca, você não queria fazer isso?...me faz de sua puta, mas não pára de meter em mim, mete sem piedade até eu gozar neste pau!!

Então peguei ela pelos cabelos, ela tentou abaixar as mãos, mais fiz ela levantar de novo, passei a meter bem forte, ela gemia agora com a calcinha na boca, era um gemido abafado, aquilo me excitou demais, ai eu resolvi dizer algumas bobeiras eu seu ouvido, colei meus lábios no lóbulo de sua orelha e disse;

---Vem...safadinha... goza no pau do amigo de seu marido, quero que você chegue em casa hoje toda esporradinha, vou encher sua buceta de porra, goza pra mim Dra...vem, goza no meu pau....!!!

Neste momento ela ficou quietinha, apenas soluçava algo que eu não entendia, ela então tirou a calcinha da boca, pegou minha mão e passou a chupar 3 dedos meus, então ela passou a morder meus dedos, senti que ela estava próxima do gozo, ela então deixou seus braços cair junto ao corpo, apenas o rosto dela estava colado à parede agora e deu um berro.... foi um berro, literalmente, com meus dedos em sua boca.
 Senti os músculos de sua xaninha mastigar o meu pau e líquido escorrer por suas pernas. Ela deixou seu corpo cair em meus braços, virei então ela de frente pra mim, deixei que ela se agachasse em minha frente coloquei o pau na boca dela. Segurei sua cabeça com as duas mãos e passei a foder sua boca, ela tinha hora que engasgava. Não aguentando mais tanta submissão por parte daquela mulher, gozei na sua boca. Grande parte da porra caiu em seu pescoço, queixo, seios e pernas. Peguei a calcinha dela e limpei seu rosto, apenas para os clientes não perceberem. Vesti a calcinha nela toda melada, coloquei o seu vestido e falei pra ela:

---Liga pra sua secretária e diga que você não poderá atender mais hoje, vai pra casa sem tomar banho e sem se limpar, vai assim. Daqui uma hora estarei lá em sua casa, vou foder você com seu marido junto, pois você vai precisar chupar algo, enquanto vou foder o seu cuzinho .

Vesti minha roupa e saí da clinica sem falar com a secretária, ao chegar em meu carro liguei pro Ângelo e falei o que tinha acontecido, e o que ia acontecer ainda naquela tarde em sua casa e fiquei na esquina. Em cinco minutos, vi a carro da Dra sair, fui pra casa, tomei um banho e voltei pra casa deles.........



CONTINUA...




FLAGRA DE CAPOSÃO NA ACADEMIA ...


MARIDO DE MINHA AMIGA É...HOMEM - parte 1

AUTOR - MAXIMUS

Elisa era amiga da Martha, minha esposa, desde os tempos da faculdade, sempre empreendedora e profissional, não demorou muito até tornar-se diretora de uma grande instituição financeira. Morena, tipo médio,com cara de intelectual, sempre me fitando através dos seus óculos retangulares, que lhe davam um ar super sério, nunca havia dado pistas do que aconteceria a seguir.

Eu já conversava com o banco em que ela trabalhava, há vários meses, tentando fechar mais um negócio. Apesar de Elisa ser de outra área de atuação, conhecia o diretor da área e estava me dando uma força para a concretização do negócio. Por cerca de duas horas e meia eu havia debatido pormenores do contrato de serviços com aquele diretor, chato e irredutível que mais parecia uma anta que um executivo. O dito cujo se recusava a ter um pensamento coerente. Era a mesma coisa que dar aula para uma porta. Eu estava stressadíssimo quando a reunião acabou e novamente não conseguia concretizar o meu intento.
Elisa apanhou os seus pertences e juntos fomos deixando o prédio, confabulando em voz baixa o fato da privilegiada inteligência do seu “colega”. Ao sairmos do prédio disse:
- Elisa, obrigado mais uma vez, eu te acompanho até o seu carro.
- Ahhh não tem de quê, mas estou sem carro, ele está na revisão.
- Putz, que barra, mas não tem problema, eu te levo em casa...
- Se não for te atrapalhar, eu aceito. Meus pés estão me matando...- sorriu.
- Também pudera, com esses saltões!!!
Elisa sorriu e disse que era o preço a pagar por ser mulher e querer andar bem vestida...
Pegamos meu carro no estacionamento e fomos conversando generalidades, pelo caótico trânsito de São Paulo, até que chegamos na porta do seu apartamento.
- Chegamos, está entregue!!... brinquei.
- Sobe um pouco, espera passar esse trânsito antes de você ir embora.
Pensando um pouco, assenti com a cabeça, pois quem é da cidade sabe o quão extressante é o “rush” na capital. Pegamos o elevador e paramos em seu andar.Elisa deixou-me à vontade.
– Pega gelo e um uísque para você, que eu não demoro – ia dizendo enquanto andava, dirigindo-se à ala íntima do apartamento. Peguei meu gelo, me servi do scotch e reclinei-me no sofá da sala, confortavelmente. Dez minutos e nenhum sinal da Elisa… quinze minutos... eu já estava impaciente, mais cinco minutos e eu já pensava em chamar por seu nome, quando ouço:
- Maximus, você pode me ajudar um pouquinho? A voz vinha do interior do apartamento.
–Claro! Só um minuto.
Depositei meu copo na mesinha de centro e me dirigi ao local de origem da sua voz.
- Elisa??
- Oi... por aqui!
A porta do dormitório estava entreaberta.
- Entra!
Quando afastei a porta, quase cai de susto... Elisa estava parada de costas para a porta, com seu cabelo negro e solto na altura dos ombros, trajando um corpete de renda branca, com uma calcinha fio dental e cinta liga, meias três quartos e um lindo sapato de salto...
Sua bunda empinada pelo salto, era uma visão magnífica. Nunca havia imaginado que aquela mulher séria, pudesse ser tão gostosa.
Virou-se vagarosamente, me olhando nos olhos e pediu:

- Me ajuda??? Vem desabotoar por favor, são muitos botões...
Fiquei simplesmente cego de tesão. Cheguei perto dela e dei-lhe um tremendo beijo na boca... começou o maior rala e rola. Aquilo na mão, mão naquilo, aquilo na boca, boca naquilo... hummm… uma delícia.
Num repente de lucidez, afastei-me dos seus lábios carnudos e perguntei:
- E o Luiz???
- hahaha relaxa...ele está viajando...
- E a pequena Cynthia???
- Minha irmã foi buscar na escola... ela vai dormir lá com a prima esta noite... sossega, eu planejei tudo... esta noite você vai ser meu...
Lentamente, enquanto a beijava, desabotoei um a um osbotões do espartilho... livrei-lhe os seios e comecei a beijá-los sofregamente... os mamilos grandes e rosados retesavam-se e formavam um bico grosso e delicioso...
- Morde de levinho??... hummm… que deliiiciiiiaaaaaa.
Pouco a pouco, fui despindo-a lentamente, até que cheguei à sua vulva. A imagem daquele monte de vênus protuberante, com aquela cabeleira grossa e negra por cima da púbis, me deixou louco... os grandes lábios eram fenomenais... grossos e carnudos, com seu clítoris bem avantajado, pronunciando-se entre eles...
O cheiro... ahhh… o cheiro me inebriava, aquele cheiro de fêmea no cio... a porta da buceta molhada pelos sucos do tesão me deixavam louco... aproximei a minha língua da porta da sua buceta e dei-lhe uma pequena lancetada... o suficiente para colher seu gosto e tocar seu clítoris. Elisa estremeceu e prendeu a minha cabeça. 

-Chupa, tesãooooo!
Enfiei minha cara entre os lábios carnudos e me fartei com seu suco... mordi levemente seu grelo, pressionando-o com a ponta na minha lígua... fazia pequenos movimentos circulares em volta dele, alternando força e suavidade... Elisa arfava ao toque da minha boca...
Sua respiração tornou-se mais densa... mais profunda... estremeceu em silêncio... senti que estava gozando...
Subi, beijando sua barriga e os seios, até colar minha boca na sua... Elisa chupou minha língua e lambeu minha boca, deliciando-se com o seu gosto...
- Delícia... aiii… gozei tãooo gostooosoooo.
Repentinamente, forçou-me a deitar de costas e voou em direção ao meu pau...ajudou-me a livrar-me da cueca e eu retruquei:
- Espera...deixa eu tomar um banho...

- De jeito nenhum... quero sentir esse cheiro de macho...quero sentir o teu cheiro... dizendo isso, abocanhou meu pau de uma só vez, fodendo meu caralho com a boca, feito uma vadia...
-Humm, mumm –beelliiiizziiaaa - falava coisas incompreensíveis, com o meu pau todo atolado em sua boca... como se fosse matar toda a sua sede...
-Elisaaaaaa… vou gooozaaarrr... paraaaa!!!
-Huummm hummm... gooozzaaaa...
- Aeeeee... Elissaaaaa… naummm consiiiiiigooooooseeeegurraaarrrr.

Puxou a pele, descobrindo a cabeça com uma das mãos e começou levemente a rocar os dentes na glande... depois colou seus lábios emvolta da cabeça e fez uma tremenda sucção... não pude evitar o gozo, que feito, veio farto... grosso e quente... ejaculei uma, duas... três... quatro vezes, demoradamente... Elisa se deliciava com aquilo e continuava mamando feito uma puta devassa... Quando terminei, fez questão de lamber até a última gota.





Deixou meu pau, agora meio flácido, mas completamente limpo e brilhando com sua saliva...
Exausta recostou-se ao meu lado e sorriu. 
-Gostou??
- Adorei... você é um tesão, Elisa, mas porque você armou toda essa estória só pra transar comigo?... bastava insinuar...
- Ahh… mas eu tinha medo de você recusar numa situação normal e dessa maneira sei que não haveria volta, pois por mais certinho que você fosse, não resistiria a uma situação dessas... disse, deliciando-se com a situação.
- Mas porquê agora? Depois de tantos anos que nos conhecemos?
- Quer mesmo saber??
-Óbvio!
- Outro dia sai com a Martha, para almoçarmos, disse Elisa… e em meio a choros e confissões dela, tive de ouvir calada, ela reclamando da vida, dizendo que você quer transar toda hora, que fica pedindo pra comer o cuzinho dela direto e que uma rapidinha sua nunca demora menos de uma hora... que ela vive cansada... blá,blá.blá!!!
- Não acredito...
- Me perdoe... ela é tua mulher e minha melhor amiga, mas sinceramente, vai se fuder!!!!.... O merda do Luiz, quando trepa comigo, não demora nem dez minutos! Quando estou começando a aquecer, o filho da puta goza,vira de lado e dorme... me deixando sempre na mão... eu morro de vontade de dar o cú, mas ele disse que isso não é uma coisa natural... que ele não vai colocar o pau dele num monte de merda... que isso é nojento e tal... francamente, minha amiga reclama de barriga cheia... se você quer saber, foi ela quem plantou essa semente na minha cabeça... eu só estou aqui para saber se é verdade tudo o que ela me conta...
- Sério que o Luiz nunca comeu essa bunda maravilhosa??
- Sério!!
- Você nunca deu o rabinho, Elisa?
- Nunca! Até agora eu nunca havia traído esse filho da puta...
- Uau... e eu vou ser o primeiro a foder esse rabo delicioso???
- Só se for agora...
Me olhou nos olhos, sorrindo com aquela cara de puta que acaba de ganhar o freguês...
Meu pau ficou duro de uma só vez, com essa estória... Elisa mexeu com o meu ego e a minha líbido.
Beijei-lhe a boca, enquanto dedilhava seu clítoris com meu dedo médio... Elisa esticou a mão e apanhou um tubo de KY no criado mudo...com a maior cara de safada, me estendeu o tubo, virando de bruços...


Mordi-lhe a nuca e comecei a beijar-lhe as costas, deixando-a toda arrepiada... fui descendo lentamente em direção àquela bunda gostosa e carnuda... Elisa tinha seus 30 anos e quem já comeu uma mulher madura sabe do que estou falando. A loba exalava sexo.
Lentamente, ela empinou o bumbum e ofereceu-me aquele buraquinho apetitoso... primeiro mordi as bandas do seu bumbum... depois, lentamente, comecei a passar minha língua em volta do seu cuzinho todo depilado... brincava com a língua e babava deixando-o todo molhado, com a mão por baixo enfiei meu indicador na sua buceta enquanto bolinava seu clítoris com meu dedo médio, joguei KY no seu cuzinho e comecei a laceá-lo com o meu polegar... fui brincando com Elisa, até que senti que ela já se acostumava como meu dedo... daí pra frente, seria um pouco mais complicado, mas Elisa estava super excitada... a todo momento falava:
- Mete looogooo... vaaaiiii... me fooodeeee...
- Calmaaa, minha gatinhaaa… vamos fazer direitinho… você vai gostar... eu prometo.
Coloquei Elisa deitada de lado e lentamente pincelei o pau na entrada da sua buceta... ela ficou doida...
- Come meu cú,  exclamou...
- Eu vou…


Lentamente, introduzi meu pau na sua buceta e iniciei ummovimento suave de vai e vem, segurava-a pela anca e metia ritmadamente, mas sem violência... Elisa estava cada vez mais excitada... então comecei apincelar meu pau na entrada do seu cuzinho, que já piscava de vontade...
Forcei a entrada e falei no seu ouvido...
 -Relaxa amorr... faz um pouquinho de força… assim você me ajuda a entrar...
Elisa curvou-se para frente e forçou a bunda pra trás… sentia glande romper a entrada do seu ânus...
- Agora amor, faz redondinho bem devagarinho, pra você se acostumar... aperta e relaxaa alternadamente... vamos...
Elisa obedecia a todos os meus comandos, como que em transe...
- Tá doendo?...
- Um pouquinho...
- Vai passar, eu juro... comecei a tirar e colocar só na portinha, sem empurrar pra dentro... Elisa começou a balbuciar....
- Aiiii queee tessãooo... que deliiicciiiiaaa… to toda arrepiadaaaa... vaiii… mais depreesssaaaa.
Bem, aí aconteceu... a musculatura relaxou e fui introduzindo bem devagarinho, até bater meus pentelhos na sua bunda...
- Isso tesãaaoooo… meee foddeeeeee...dellliciiiiiiiiiiiaaaaaa... come meu cúuuu.
- Vou comer... você vai ver...
Peguei um travesseiro, coloquei embaixo da sua bunda,empinando-a ao máximo fiquei de cócoras em cima dela, começando a socar naquele rabo, incessantemente...
Elisa enfiou a cara no colchão e gritava feito louca...uns gritos abafados, roucos.
- Tá doendo???
- Naummmm... táaagoossstoooossoooo... me foooodeeee..
Comecei a estocar cada mais forte... ritmado e forte... a sua musculatura agora totalmente relaxada, propiciava-me uma visão super excitante... aquele cuzinho rosado engolia meu caralho com um apetite voraz. Eu chegava a retirá-lo totalmente, para introduzi-lo novamente de uma só vez… ploft...ploft... ploft...
- Aperta o cú, amorrr. Que eu vouuu gozaarrrr.
- Me espeeerraaaaa... euuuu tambéeemmmm



Coloquei a mão em sua cintura, jogando todo meu peso em cima dela... Elisa empinou mais ainda o rabo e eu a fodi feito louco... o gozo veio fundo... eu segurei o que pude, até que ela anunciasse que estava gozando também. Jorrei forte minha porra dentro do seu cuzinho delicioso, até não ter mais força dentro de mim e cair ao seu lado arfando de prazer.


BELA POSE PARA A FOTO ... ASSIM FICA FACINHO PARA CAIR DE BOCA !!


MINHA MENINA, MINHA MULHER, MINHA TARADA


AUTOR_DINHO
Como alguns já sabem, trabalho em uma empresa que, por motivos profissionais, me permitem fazer várias viagens por algumas regiões do Brasil. Conheci a Helô através de um site e teclamos algumas vezes, criando uma certeza afinidade, fazendo com que tivesse curiosidade mútua em nos conhecermos pessoalmente e essa oportunidade aconteceu em recente viagem a SP.

Cheguei de viagem, me hospedei no hotel, e fui ao trabalho, onde passaria duas semanas na capital paulista. Durante alguns dias da semana, tentei contato com a Helo, sem obter êxito, deixando sempre recadinho em seu msn, até que na quinta feira ela me retornou, dizendo que adoraria me encontrar e me conhecer e que sábado seria possível. Marcamos então para esta data, visto que no sábado não teríamos expediente e eu ficaria somente no hotel. Passei-lhe o endereço e me afundei nos trabalhos da empresa. No sábado pela manha, após o café, voltei ao quarto e fiquei curtindo uma preguiça quando, por volta de 9hr me interfonaram da recepção, informando que uma pessoa estava me aguardando. Pedi que subisse ao meu quarto, quando a Helo chegou. 
Ela uma menina/mulher, de seus dezanove anos, traços bem definidos, cabelos pretos e lisos, coxas grossas, boca bem delineada, seios médios bem definidos por sobre a blusa e um olhar penetrante. Me abraçou e cumprimentou como se fossemos velhos amigos.
Conversamos bastante, nos conhecemos um pouco mais, falamos de nossos bate-papos via msn e eu sempre de olho em uma sacola que ela tinha trazido consigo, junto da sua bolsa. Falou de sua vida, de seu trabalho e dos seus estudos... Comentei com ela que minha semana tinha sido super corrida e que estava precisando de algo pra dar uma aliviada na cabeça, afim de esquecer um pouco do trabalho, porém não estava com pique para sair. Ela, sempre me olhando, deu inicio ao seguinte papo:

Dinho: acho que tô precisando me divertir um pouco também, pra dar uma aliviada na cabeça

Helo: queria poder te ajudar e te dar um dia bem divertido.

Dinho:...olha que a proposta é tentadora e super aceitável

Dinho: posso te perguntar o que faria pra me divertir?? Sabe que sou curioso e já te disse isso da outra vez

Helo: faria o que vs quisesse, dançaria pra voce e faria um strip bem sensual, disse sorrindo...

Dinho:..está até me deixando com água na boca.....dançando pra mim.....um strip sensual, nossa.......será que mereço tudo isso? e ainda por cima faria o que eu quisesse...vc já me conhece um pouco e sabe de alguns de meus gostos....estaria realmente disposta a fazer tudo o que eu quisesse?

Helo: claro,o que voce quisesse.

Dinho: e o que vc tinha imaginado "usar" pra fazer um strip pra mim???

Helo: Não vou dizer....vou mostrar....disse pegando sua sacola e me pedindo pra usar o banheiro.


Minha amiga entrou no banheiro e passou um turbilhão de pensamentos em minha cabeça...todos os nossos papos, nossas provocações...nossas vontades...nossos desejos....até que a porta se abre e ela surge...linda..com uma lingerie vermelha com cinta liga e uma microcalcinha de renda....e por cima um hobby de cetim, tambem na mesma cor...
Pediu pra eu por uma musica...coloquei uma seleção no meu notebook e deixei tocar....fechei as cortinas do quarto e apaguei a luz principal, deixando somente a do banheiro acesa e com a porta meio fechada e ela começou a dançar, rebolando bem gostoso, provocando, tirando cada peça de sua roupa....olhando sempre na minha direção e me impedindo de tocá-la. Fazendo-me sentir o cheiro de seu corpo....o calor de seu corpo.....deixando seu hobby cair sob seu corpo......encostando em minhas costas....esfregando-se no meu corpo...sem me permitir  ainda tocá-la.
Ela continuava me provocando, fazendo-me sentir seus seios em minhas costas....sua boca se abrindo e tocando meu pescoço....sentido seu hálito quente....perto de minha boca, enquanto suas mãos passeiam pelo meu corpo.

Ainda dançando em minha frente, ela me faz sinal com o dedo, mostrando que posso tocá-la....chego perto dela....sinto a maciez de sua pele....toco por sobre o tecido que cobre seu corpo...suas costas...seus seios...sinto o biquinho duro...saliente...querendo ser livre..querendo ser acariciado, Helo geme gostoso.



Beijo seu pescoço.....faço caricias em sua nuca....desço com minhas mãos em suas costas...soltando e liberando cada pedaço de pano que ainda esta cobrindo parte de seu corpo.
 Ela diz: nossa, assim você me mata.

Vou descendo com minha boca em suas costas....acariciando cada pedaço dela, enquanto com minhãos mãos liberto a cinta liga, deixando vc somente de calcinha e meia calça....com seus seios soltos...sendo acariciados, hora pela minha mão, ora pela minha boca........

Em um abraço envolvente, ergo seu corpo em meus braços e, enquanto te levo pra minha cama, beijo sua boca, sentindo sua lingua enroscar na minha....deito seu corpo quase desnudo e volto a acaricia-lo, agora descendo pela sua barriga, chegando perto de sua xana....descendo minha boca e acariciando ela sob a calcinha....sinto seu calor e seu cheiro inebriante....Ela me pede com a voz embargada pra eu chupar....digo que ainda não...desço mais um pouco e tiro suas meias.....volto a acariciar....dessa vez de baixo pra cima...com minha boca chegando na sua boceta....sua respiração está alterada...acelerada....tiro lentamente sua calcinha....e mergulho minha boca nela.....hummmmmmm que gosto delicioso.....





Mexo frenéticamente minha língua na sua xana.....arrancando dela suspiros e gemidos cada vez mais altos.......enquanto isso aperto o bico de seus peitos com minhas mãos....sinto vc tremer de tesão.....viro ela de costas...coloco um travesseiro sob seu corpo, e deixo o seu bumbum mais empinado....abro um pouco suas pernas e chupo sua xana por traz.....enquanto brinco com sua bundinha gostosa.....sinto ela tremer....penetro um dedos dentro dela, que desliza devido a sua grande umidade, e vou fazendo movimentos indo e vindo, sem tirar minha boca.....ela está prestes a gozar .....continuo com meus movimentos e chupo ela cada vez mais forte e quando vc esta prestes a gozar coloco mais um dedo.....sinto ela gozar gostoso, soltando um gemido abafado e molhando meus dedos e minha boca....e continuo chupando ate sentir seu corpo se soltar na cama.....

Aproveito enquanto ela esta estirada na cama e tiro minha roupa e acaricio seu corpo.....ponho meu pau...que nesse momento está super duro...perto de sua boca....Ela começa a acaricia-lo, primeiramente com as mãos....para depois ir lambendo a cabecinha......todo ele....tentando coloca-lo na boca....uma vez....outra vez....ate ir engolindo ele, chupando gostoso....sinto o calor de sua boca envolvendo meu cacete.....sinto sua lingua acariciando ele, sinto sua mãos deslizando por ele...apertando minhas bolas.....sinto muito tezão enquanto ela continua engolindo ele e olhando pra meus olhos,.....com carinha de safada....


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Puxo seu corpo sobre o meu e sinto que vc está molhadinha, não resisto e meto a lÍngua em vc....num 69 delicioso....chupo vc com gosto enquanto sinto meu cacete pulsar na sua boca, toco com minha lÍngua no fundo de sua bocetinha.....vou deslizando ela até tocar no seu cusinho.....estou quase gosando.....aviso pra ela parar, mas ela, só pra me torturar...chupa mais gostoso ainda.....dou um urro e gozo....jatos fortes...que vão em sua boca....e espalham em seu rosto.....ela não para....continua rebolando em minha boca e deixa meu pau limpo, sem deixá-lo amolecer......

Viro seu corpo de frente ao meu....olho nos seus olhos.....vejo uma menina mulher deliciosa...gostosa....tarada......

ponho seu corpo sob o meu e passo meu cacete na sua rachinha....algumas vezes.....agora ela está de olhos fechados e me pede pra meter bem gostoso...ponho a cabeça do meu cacete na entrada dela e vou puxando seu corpo pra baixo....ele vai entrando....deslizando dentro ...bem devagarinho....ela vai sentindo cada cm dele a penetrar e geme um pouco....levanto seu corpo e volto a pressionar meu cacete dentro dela..agora entra tudo.....abraço seu corpo e beijo sua boca....


                  
Ela rebolando gostoso em cima dele....aperto seus peitos....chupo seus bicos.....ela aumenta o ritmo da rebolada e começa a cavalgar no meu pau....ajudo com minhas mãos.....seu corpo esta suado....ela geme....goza de novo....mas não pára......agora é minha vez.....tiro seu corpo de cima do meu.....ponho ela de quatro....arrebito sua bunda......e meto gostoso na sua xana, com movimentos ritmados....sem parar......seguro pela sua cintura e meto gostoso...te dando palmadas na bunda.....ela urra de prazer.....sinto seu gozo escorrer pelo meu cacete... pelas minhas pernas.....ela está deliciosa...absurdamente gostosa. Ela diz: meu Deus, que homem é voc? quero ser fodida por você de todos os jeitos possiveis...

Tiro o pau de dentro de dela......puxo seu corpo junto ao meu e ficamos de pé.....encosto suas mãos na parede, ao lado da cama.....afasto suas pernas....e volto a socar meu pau dentro de .....vou metendo tudo.....enquanto aperto seus peitos e toco sua xana com minha mão.

Aumentamos nosso ritmo.....agora gememos juntos...como dois tarados...como se nossos corpos fossem apenas um....fundidos pelo amor...pelo tezão.....meu pau incha...pulsa....seguro tudo o que posso e gozamos...gozamos juntos......meu leite desce pelas suas pernas.....deixamos nossos corpos caírem ao chão...ainda engatados hum no outro.....enquanto nos beijamos, nos acariciamos e rimos da situação.....
Descasamos um pouco, e depois de um bom e delicioso banho....e de bebericarmos algo pra descontrair....volto a brincar com seu corpo.....pego uma pedra de gelo e ponho ela na minha boca, começo a brincar com ela....chupo o gelo, tiro ele da boca e chupo o bico de seu peito....faço isso de novo só que agora chupo sua xaninha....brinco com ela...passo o gelo no seu clitóris.....voltar a chupar o gelo e brinco com minha língua no seu cusinho.....sinto que ele fica louco com minha língua, começo a dar uma atenção maior a ele....brincando com minha língua na sua xana e nele.....

Pego um óleo hidratante começo a chupar sua xana e a massagear seu cusinho....primeiro com a língua,,,,depois vou passando óleo....espalhando com o dedo....forçando a entranda de um dedo....lubrificando bem ele......continuo passando óleo....mas agora..deito ela de lado.....e enquanto faço isso dou meu pau pra ela chupar...agora já forço dois dedos pra dentro dele.......vou abrindo seu rabo bem gostoso...mas bem devagar.....não quero e nem vou deixar vc escapar de mim....lubrifico bem ele...
                 
tiro meu pau de sua boca......com ela de ladinho pra mim.....meto meu pau na sua xana e vou deixando ela taradinha......sua buceta esta molhadinha.......continuo brincado com seu cusinho.....
tiro o pau da sua buceta e pincelo ele na borda de seu cusinho....tento forçar mas ele escorrega e entra de novo na sua xana.....meto ele mais um pouco e volto a tentar de novo....


Agora ela arrebita a bunda pra mim....e pede pra eu meter no seu rabo......para por tudo...la no fundo.....
forço sua bunda...seu cusinho vai se abrindo......a cabeça entra....ouço um gemido seu....em sua face tem a expressão de dor....pergunto se quer que eu tire.....ela me olha nos olhos....aquele olhar pidão.....e fala pra eu meter tudo ....vou afundando meu pau no seu cu...bem devagar......tiro um pouco e coloco um pouco.....agora sempre acariciando sua bucetinha, que esta melada na minha mão.......

Pronto minha putinha, digo a ela, agora meu pau está todo dentro do seu cú....vc tenta escapar de mim...mas não deixo....seguro meu cacete fundo...dentro do seu rabo.....e continuo acariaciando sua bucetinha......agora ela é minha,...totalmente minha........sinto seu cu relaxar aos poucos e ela tentar rebolar....vou tirando e metendo meu cacete...



A dor vai sumindo....agora é só prazer...tezão.....ela já geme ;....já pede pra eu meter tudo....pra meter forte.....viro seu corpo e deixo ela de quatro pra mim....meto tudo no seu cusinho.....
Que cusinho gostoso...apertadinho.....quentinho.....ela urra de tesão.....pede rola no seu cu.....e goza.....fazendo um barulho tremendo......tiro meu pau do seu rabo......sento em uma poltrona no lado da cama....ela vem de encontro ao meu corpo.....e senta com seu cusinho nele....agora entra com mais facilidade....ela está de costas pra mim....com meu pau cravado no seu rabo....enquanto dedilho sua xana.....ela sobe e desce nele....ficamos nesse vai e vem ate gozarmos de novo....ate eu encher seu rabo com meu leite....até nossos corpos não terem mais forças......passamos todo o final de semana na cama, nos amando muito e ainda tivemos tempo pra realizar uma fantasia dela....que podemos narrar num próximo conto.

A MINHA TIA ROBERTA - PARTE 2


AUTOR - MARCELO R.J.

Fui pra casa totalmente em estado de êxtase, me sentindo o homem mais feliz do mundo. Uma vez eu li que a felicidade não é algo concreto ou algo constante. A felicidade se resume em momentos, se realmente essa teoria é real, sinceramente eu não sei, mas se for verdade, eu estava com todos os momentos felizes, unidos em um só. Acho que em toda minha vida, eu esperei pelos momentos com a Roberta e eles acabaram de se realizar. Eu não cabia dentro de mim mesmo. A vontade era de espalhar outdoors pela cidade inteira com dizeres “Eu te Amo, Roberta”, fazer um canteiro com rosas vermelhas pelas calçadas que me levavam até à casa da Roberta. E o mais importante é que novamente eu estava amando e possivelmente sendo amado na mesma imensidão. Amor não se mede, mas sei que é recíproco o nosso amor, que agora sim, existe entre eu e a Roberta.

Chegando a casa, eu não tinha como disfarçar a minha alegria, era muito percebível e espontânea. Os meus pais me viram chegar e logo perguntaram o que de bom tinha acontecido, pois também queriam dividir comigo esse momento. Me deu um gelo e caí na real que aquela relação era meio cercada de tabus, talvez apenas na minha cabeça, mas era uma relação que eu teria de esconder por um tempo. Com o raciocínio meio lento, falei que provavelmente eu tinha conseguido um bom emprego, logo a minha mãe mandou mais uma pergunta que me atingiu como um nocaute: “Dani, onde você passou a tarde inteira?”, aquilo me deixou perdido, até raciocinar novamente e inventar mais uma desculpa, foi difícil. Respondi que passei na casa de uns amigos da Faculdade que já estavam trabalhando e talvez eles arrumassem uma vaga para trabalhar junto com eles. Aquela resposta meio repentina caiu bem, consegui me retirar da sala e ir para o meu quarto. Mesmo com esses momentos de tensão que passei na sala com os meus pais, a vida estava uma maravilha, ao entrar em meu quarto eu me distrai olhando para o teto e acabei dando uma topada com o dedo mindinho do pé, que até parecia que tinha quebrado de tanto que doeu, mas ao invés de reclamar de dor ou xingar, eu comecei a rir como um louco. Cai na real e analisei pensando comigo mesmo: “Deus realmente existe!”.


Fui tomar o primeiro banho depois da tarde de amor com a Roberta e me excitei bastante ao lembrar dela, mas dessa vez não conseguiria me masturbar, preferi me guardar para a minha amada. Na verdade, desde quando eu comecei a ter às primeiras namoradinhas, lá no tempo da adolescência, eu não conseguia me masturbar quando estava namorando.

Terminando o banho, coloquei uma roupa leve e me deitei na cama. Lá, fiquei olhando para o teto, o que passava na televisão era totalmente fora da minha realidade, nem percebia o que era, aliás, só liguei a televisão por hábito mesmo. Ficava pensando na Roberta, em nossos gestos, nossos beijos, nossa transa e todo o restante daquela tarde. Como eu gostaria de estar com ela naquele momento.Logo, eu ouvi bater na porta e pedi para entrar, era a minha mãe me perguntando se estava tudo bem comigo, se eu estava com fome, respondi que sim e que ia com ela pra cozinha, aguardá-la preparar um lanche ou o jantar. Lá na cozinha, momentaneamente, eu consegui me desviar daqueles pensamentos e também eu não podia ficar como um adolescente na primeira paixão, logo a minha mãe ia perceber alguma coisa.

Uns 30 minutos após o jantar, o telefone tocou e era a tia Silvia. Minha mãe atendeu e ficou de papo com ela por vários minutos, eu fiquei próximo a minha mãe me sentando no sofá do lado, reparando a minha mãe e tentando perceber alguma fofoca dela com a tia Silvia, talvez envolvendo eu e a Roberta. Minha mãe se despediu e falou: “Calma, Silvia, que vou passar o telefone pra ele...toma Dani, é a sua tia Silvia.”, aquilo parecia que eu ia receber uma noticia de morte por telefone, onde a pessoa fica desnorteada antes de atender ao telefone. Minha mãe me olhou e falou: “O que foi?”, respondi nada e peguei o telefone, com a voz meio trêmula cumprimentei a tia Silvia, ela em seguida me deu uma boa noite e perguntou se estava tudo bem comigo, como foi o meu dia e etc. respondi todas as perguntas e ela também falou da festa do dia anterior, da formatura e dos convidados. Que foi muito legal, me deu os parabéns e não esqueceu de perguntar: “Gostou de ver a Roberta?”, engoli a seco e respondi: “Claro, ela não poderia faltar em minha formatura. Foi muito bom ela estar ontem em minha festa.”, tia Silvia, novamente: “Ela está linda não acha?”, respondi que sim e falei: “Tia, a senhora está bem? A senhora está me fazendo umas perguntas meio controversas, mas tudo bem.”, ela novamente: “Vai lá meu filho, vai dormir porque você deve estar com sono, beijos.”. Desliguei o telefone e comecei a rir sozinho, a minha mãe já tinha ido pro seu quarto e aproveitei e também fui para o meu. Fui pegar o celular para dar uma carregada, a bateria já estava fraca e quando fui ver, tinha várias mensagens de texto, o famoso torpedão. Fui pro quarto, coloquei o bendito para carregar e comecei a ler as mensagens, eram doze no total e todas enviadas do celular da Roberta. As três primeiras eram com os seguintes caracteres: “EU TE AMO MUITO”, nas outras eram textos enormes com muitas palavras de amor, textos que mais pareciam cartas de amor.

 Me agradecendo por tudo, por fazê-la se sentir uma mulher por inteira, por realizá-la sexualmente e transformar a sua tarde em uma eternidade de amor, o que ela sempre desejava e procurou, mas nunca encontrou ninguém que há fizesse se sentir dessa forma. Cheguei a ficar emocionado, aliás, eu nunca tinha recebido tantas palavras de amor e afeto como eu acabava de ler. Respondi as doze mensagens em apenas uma, mas uma com todo o amor que eu poderia descrever em palavras. Logo após ela receber a mensagem, ela me enviou outra me perguntando se eu estaria sozinho em casa pela manhã, escrevi que sim e perguntei o que ela pretendia fazer. Antes de enviar, eu apaguei a mensagem e achei melhor ligar para o seu celular.

Quando ela atendeu, sua voz suou como uma sinfonia de anjos, algo surreal. Após o meu “alô”, ela me respondeu com um singelo: “Oi amor!” e ficamos em silêncio. Eu só escutava as batidas do meu coração, naquele momento magistral. Quebrei o gelo e respondi: “Oi Roberta, tudo bom?”. Pode ter soado com frieza, mas não era. Era minha apreensão.

Ela percebeu e me perguntou: “O que foi Dani, tá nervoso? Tô morrendo de saudades sua, você nem imagina.”. Respondi que ainda não tinha caído a ficha e eu estava meio sem noção de tudo que estava acontecendo com a gente. Ela riu e me perguntou se eu ia estar sozinho em casa pela manhã, respondi que sim e claro, perguntei o que ela ia fazer. Ela me respondeu: “Pode ficar tranqüilo, que ainda não vou fazer uma loucura de amor, mas em breve espero fazer. Amanhã só vou mandar algo pra você. Posso?”. Respondi que não tinha problema. Ela falou que eu tinha conseguido deixá-la muito apaixonada, com a voz bem manhosa, ela disse: “Eu te Amo Dani, até amanhã amor. Tenha uma boa noite”. Desliguei o telefone e fui dormir todo leve, parecia que eu estava voando. Apaguei a luz e peguei no sono.

No dia seguinte acordei às 10:00 horas com a campainha tocando, fui atender e era um entregador. O cara me perguntou se tinha algum Daniel Ribeiro, respondi que era eu mesmo, então ele me pede pra eu assinar numa guia e me entrega um buquê de flores imenso, muito bonito. Eu sempre gostei de enviar flores para as minhas namoradas, mas jamais tinha enviado ou recebido um desse tipo e olha que eu sempre gostei de “fazer bonito”. Junto com o buquê, veio um cartão também muito bonito com os dizeres: “Bom dia meu amor, espero que tenha gostado desta lembrança. Te espero aqui em casa pra gente almoçar. Beijos.”. Aquilo tudo era muito louco, faziam menos de 24 horas que tínhamos nos amado e ela já me demonstrava tamanha adoração, nem no melhor dos meus sonhos isso teria acontecido. Liguei pra minha mãe que estava com o meu pai resolvendo problemas de documentação da família. Minha mãe atendeu e falou que ia demorar que era pra eu esquentar comida ou comer alguma coisa na rua. Eu falei com ela que estava ligando pra informar que não ia almoçar em casa e que depois falava com ela. Me despedi e fui tomar banho. Aproveitei e peguei o telefone pra ligar para a Roberta, mas preferi passar mensagem dizendo que adorei ter recebido às flores pela manhã e que logo estaríamos juntos para brindarmos, quase que de imediato ela me responde dizendo que não via a hora de me ver novamente.

Como eu sabia que ela era louca por chocolate, eu passei numa famosa loja de chocolate, aqui do Rio de Janeiro, que é tipo uma grife de chocolate e comprei um bem suculento e chamativo. Fui numa floricultura e comprei um buquê de rosas vermelhas, pedi para capricharem nos arranjos que era pra uma pessoa mais do que especial. O rapaz floricultor perguntou: “Vai levar um cartão, patrão?”, respondi: “Não precisa, hoje eu serei o cartão.”. Peguei um táxi e fui para a casa da Roberta. Chegando ao seu prédio, após eu tocar o interfone, ela atende e pede para eu subir. Naquele espelho do elevador, era visível a minha felicidade e também a minha ansiedade, era um misto de reações. Chegando ao seu andar, cada passo que eu dava em direção ao seu apartamento era como que eu estivesse perto de uma linha de chegada da Corrida de São Silvestre, rumo à vitória, claro. Toquei a campainha e pus os “presentinhos” para trás, era meio difícil de esconder o buquê, pois ele estava bem grande. Ao abrir a porta, o mundo se paralisou e tudo ficou em câmera lenta. A Roberta vestia tipo um roupão com um tecido parecido com seda. Bem fininho, leve e meio cintilante.

Abrindo um lindo sorriso, ela disse: “Bom dia meu amor!”, eu entrei lhe entreguei os presentes e fechei a porta. Ela me agradeceu aos presentes e disse que não precisava se importar. 

Roberta estava cheirando às rosas, quando eu lhe dei um abraço por trás e ficamos andando bem devagar pela sala e falando bem baixinho coisas amorosas um com o outro, ela me falava e eu respondia e vice e versa. Ficamos assim até ela se virar pra mim e começar um beijo apaixonado, as nossas ações e gestos estavam mais lentos, que evidenciavam à paixão estampada no semblante de cada um de nós. Ela foi retirando a minha camisa e deu uma leve mordida em meu peito e me beijou novamente, passou a mão para a minha cintura e começou a tirar meu cinto, tudo bem devagar. Parecia que estávamos escutando uma musica romântica no fundo, pois nossos movimentos eram leves e ritmados. Parecendo quando uma criança coloca os pezinhos nos pés do pai, um em cada pé e fica andando de um lado para o outro. Era assim que estávamos, totalmente diferente de tudo do que eu já tinha vivido. Após retirar o meu cinto e desabotoar a calça, ela pos uma das mãos em cima do meu pau e deu uma leva apertada e disse: “Vamos pro nosso quarto?” e deu uma mordinha em meu lábio inferior, seguido de um beijo bem molhado. Nós fomos andando pela casa e deixando pra trás todos as roupas, chegando ao quarto apenas de cueca, até as meias saíram, como, eu não sei.
 Ela me pediu pra deitar e assim eu fiz, ela fechou a porta do quarto e se colocou bem na minha frente e começou a fazer um strip bem sensual, chegando ao ápice quando ela começou a desamarrar a faixa que segurava o seu roupão. A Roberta era muito sensual, ela fazia caras e bocas para complementar essa seção de strip e olha que nem precisava, pois o nosso desejo era muito maior do que isso tudo. Quando ela enfim abriu aquele roupão e o deixou cair, eu pude perceber que aquela mulher era uma Deusa, toda maravilhosa.

Aquelas coxas bem torneadas, aqueles seios bem pequeninos, mas muito bem desenhados. O conjunto todo sem mais nem menos, era tudo que sempre sonhei. Ela subiu na cama de joelhos e veio beijando perna acima e foi assim até passar pelo meu pau e dar um beijo nele e foi subindo até começarmos uma seqüência de beijos, daí rolamos pela cama até eu assumir o comando, era assim que ela deixava transparecer. Ela retirou a minha cueca e começamos a nos amar de forma totalmente de entrega, parecia que seria a nossa ultima relação. Fizemos de frango assado, ele me pediu pra ficarmos de ladinho e ficamos nos amando de todas às formas. Os gemidos da Roberta era algo inimaginável, me estimulava cada vez mais. Às vezes ele me pedia para fazer mais rápido e quando eu sentia os nossos orgasmos se aproximando, eu me retirava bem de leve e começava a chupá-la toda. Dava um verdadeiro banho de gato, quando chegava à sua buceta eu ficava mais empenhado em lhe transmitir prazer. A Roberta chegava a arranhar as minhas costas com as unhas e devia machucar, mas eu nem sentia. 

Depois subi e a coloquei na posição do frango assado de novo, ela deu um grito e pediu: “Me fode, vai mete logo!”, eu pus apenas a cabeça na entrada da buceta, parecia que os lábios da sua vagina estavam “mordendo” somente à cabeça. Eu não enfiei e fiquei somente na tortura. A Roberta mexia os quadris como uma louca e sempre falando para eu colocar logo dentro dela, ao reparar o meu pau pude perceber que o meu pau estava todo lambuzado, chegava a estar brilhoso de tanta lubrificação que tinha nele. Terminei à tortura e fui colocando bem devagar, quando ela achava que eu ia colocar o resto, eu retirava novamente e deixava só a cabeça. Fiquei fazendo esses movimentos por um bom tempo, a Roberta falava: “Assim você vai acabar comigo.”, perguntei “Quer que eu pare?” e parei de me movimentar. Ela pos às mãos na minha bunda e ficou fazendo força para me movimentar. Fui até a sua boca e comecei a beijá-la, assim que ela soltou a minha bunda e pos às mãos na minha cabeça e se entregou à seção de beijos, eu recomecei os movimentos de vai e vem, só que agora bem rápido, sem tréguas. Aquilo era muito gostoso, pois não paramos de nos beijarmos. Na verdade os beijos ficaram mais eufóricos, ela no meio dessa loucura falou: “Não goza dentro, eu quero o teu leite.”, ela percebendo e sentindo o latejar do meu pau, fez menção em sair, me virei pro lado. Agilmente, ela se levantou e atacou o meu pau com a boca e deixando disponível a sua genitália pra fazermos um 69 muito sedento, conseguimos um gozar na boca do outro, eram só gemidos e estalos de chupação.


Dessa vez o meu saco ficou até dolorido de tanto que gozou, as vibrações percorriam o meu corpo todo, a pele da Roberta estava toda arrepiada. Após o êxtase dos nossos orgasmos, eu pude me tranqüilizar e continuar naquele 69, só que agora sem aquela adrenalina toda. Roberta percebendo a minha intenção também continuou, abri bem as nádegas da Roberta e avistei aquele cuzinho lindo todo enrugado, não eram tantas rugas, mas não dava pra ter noção se a Roberta era praticante de sexo anal. Mesmo assim comecei a exploração anal. Cai de língua, como aquilo era muito bom. A Roberta se arrepiou toda, pos às mãos pra trás e abriu mais ainda aquela bunda. Imagina qual era a minha emoção, aquela bunda que eu tanto sonhei, admirei e que me causava extensas seções de punhetas, estava ali na minha frente toda disponível. Cada lambida que eu dava, ela gemia mais forte, parecendo um gemido demorado e no final um sonoro: “Ai.......... faz isso não. Eu não vou agüentar.”, ficou assim um bom tempo, como ela tinha arreganhado bem a sua bunda, eu pude retirar às mãos que estavam ajudando na abertura das nádegas e comecei a acariciar aquele lindo furinho, que naquele momento estava me deixando louco, conforme eu passava a ponta de um dedo, ela ia gemendo cada vez mais e sempre falando: “Ai..........faz isso não. Eu não vou agüentar.”, 

fui enfiando um dedo bem devagarinho até ele entrar todo, ela sentiu e me perguntou com a voz toda tremula e gemida: “Dani, você vai querer?”, respondi: “Se você não quiser a gente não faz., deixa pra outro dia.”, a Roberta na hora falou: “Vou te dar mais um presentinho hoje.”. Ela foi se levantando e foi descendo “arrastando” aquela buceta pelo meu peito abaixo, se posicionou com a buceta perto do meu pau, pos às mãos em meus joelhos, deu uma levantada, se posicionou de cocaras e foi descendo com a buceta em meu pau até engolir ele todo, subiu e desceu umas três vezes, até sentir que o meu pau estava lubrificado, se levantou e pôs o meu pau na entrada do seu cuzinho, aquilo era coisa de louco, o meu coração estava quase saltando pela boca. Eu segurava o meu pau pela base e ela ficava dando reboladinhas, até aquele lindo orifício começar a se abrir. Aos poucos, ele ia cedendo e engolindo à cabeça, quando percebeu que tinha entrado à cabeça, ela retirou as mãos do meu joelho e foi levantando o seu corpo, conforme ela levantava o seu corpo, automaticamente ela ia forçando o seu ânus para baixo, aos poucos eu ia vendo aquela bunda engolindo meu pau todo, até o ver sumir todo.
 Quando estava tudo dentro, ela deu um suspiro forte de alivio e ficou quieta. Se ajeitou novamente, com as mãos em meu joelho e agora começou a se movimentar pra cima e pra baixo, até esses movimentos de vai e vem, pra cima e pra baixo acelerarem e ficar em uma movimentação alucinada e dessa vez comandada pela própria Roberta. Eu estava louco vendo aquela bunda engolindo o meu pau e batendo na minha pélvis fazendo aquele barulho típico de sexo, quando os dois corpos se encontram. O orgasmo estava mais próximo do que imaginei e comecei a gozar dentro daquele cuzinho, a Roberta apertava os meus joelhos com as mãos e o meu pau com o ânus. Tipo pedindo mais. Roberta ficou um tempo com o meu pau dentro, depois saiu de cima e foi até a minha boca e me beijou alucinadamente, ficamos ali um pouco deitados e fomos tomar um banho. A ajudei fazer toda a sua higiene, tanto no ânus quanto na buceta, as sensações que ela sentia eram como que estivesse se masturbando, ela me via ali abaixado em sua frente a ajudando e ao mesmo tempo dando mordidinhas a estimulando a mais uma seção de sexo, dessa vez fizemos em pé com aquela água caindo em nossos corpos, foi muito bom.
Fomos pra cozinha e preparamos o nosso almoço fazendo tudo juntos. Estávamos como um casal em lua de mel, esse era nosso sentimento. Ficamos a tarde toda nos amando mentalmente e fisicamente, foi uma tarde que agimos como cúmplices apaixonados. Quando fui embora, ela me pediu para eu dormir com ela o fim de semana todo, falei que com certeza ficaríamos o fim de semana juntos. Chegou à sexta feira eu falei que ia viajar com uns amigos e fui para casa da Roberta. Passamos o fim de semana todo nos amando. Em uma semana juntos nós transamos muito, de todas as formas, posições e lugares. Nesse fim de semana em que passamos juntos, a Roberta revelou que ela já foi chamada de ninfomaníaca pelo ex-marido e também por uns namorados que não agüentaram o seu “fogo” e caíram fora da relação.

Chegaram às festas de fim de ano e mais uma vez fomos passar juntos com a família toda naquela mesma casa da Região dos Lagos, onde naquele ano, a tia Silvia deu o seu showzinho. Aproveitamos e revelamos para todos que estávamos juntos.

Estávamos todos sentados na mesa fazendo a Ceia do Natal, na virada as 00:00 todos se abraçaram e fizemos aquela festa. Eu pedi um momento de atenção para todos, nesse momento eu fiquei muito nervoso, o pessoal começou fazer o corinho “Discurso! Discurso!” a bebida fez com que eles achassem que era algum aniversário. A Roberta me olhou com aquela cara de nervosismo, mas com um olhar de confiança e aprovação. “Pessoal o que vou falar é algo muito sério e vai mudar as nossas vidas para sempre.” Deu até pra ouvir, não sei de quem um sussurro: “Ih Fudeu!”, pedi calma, um pouco de compreensão e perdão daquelas pessoas que se sentirem constrangidos, magoados ou traídos com a nossa atitude, a tia Silvia disse: “Fala logo Daniel, para com essa angústia!”. “Gente o que eu tenho pra dizer é que eu e a Roberta estamos juntos e nos amando. Nos entregamos ao amor numa relação linda e que peço a compreensão de todos. Deu pra ver várias pessoas com a boca aberta com cara de interrogação, e o meu irmão mais novo perguntou: “Tu e a Roberta estão namorando”?”, a Roberta, em meio a todo aquele clima de surpresa e choque, veio me deu as mãos e falou: “Estamos juntos sim, nunca me senti tão feliz em minha vida e peço desculpas por não comunicarmos a vocês a nossa decisão anteriormente e se Daniel aceitar estaremos morando juntos o mais breve possível e claro com o consentimento de todos vocês e o perdão do meu irmão e dos pais do Daniel.”, ficou todo mundo com cara de perdido no tempo e antes da Roberta se pronunciar mais uma vez, eu até estava já arrependido disso tudo que falamos, o tio Leandro, o irmão da Roberta, falou em tom bem alto e demonstrando toda a sua empolgação: “Até que enfim a Roberta fez alguma coisa boa na vida.”. Parecia até que tinha saído um gol num Maracanã super lotado, aquele sonoro: “Aêêêêêêêêêêêêêêê....” de todo mundo que estava na sala. 
Eu e a Roberta nos olhamos com olhos todos marejados, nos abraçamos e começamos a nos beijar. O nosso beijo virou um abraço comunitário com nos dois no meio daquele povo todo e ficamos rodando e gritando, acabou virando uma celebração. Foi o dia mais feliz da nossa vida até então, pois o nosso amor a cada dia esta melhor.
Passaram às festas de fim de ano, terminaram às férias e chegamos ao Carnaval... Novamente nos reunimos na casa da família e lá mais uma revelação foi feita. Dessa a vez foi a Roberta que pediu a atenção de todos e nos informou, porque até eu fiquei surpreso dessa vez. Ela anunciou que está grávida de dois meses...